Pensar é uma atividade que, na maior parte da humanidade, fixa a mente em coisas concretas, externas e visíveis.
Quando a pessoa ainda não aprendeu que pode controlar o pensamento, este se torna desenfreado. E, quanto mais desenfreado, mais a mente se fixa em coisas externas e concretas e mais difícil se torna concentrá-la em coisas abstratas, elevadas. Assim, a mente se distrai, se dispersa e se mantém voltada para o que os sentidos apresentam. E muitas vezes a pessoa nem se dá conta da própria dispersão.
Quem está consciente do próprio estado de dispersão e está em uma busca espiritual, quer concentrar-se, porque só assim consegue centralizar a energia mental e direcioná-la para os níveis mais elevados da existência.
Entretanto, para conseguir concentrar-se, não basta simplesmente querer, nem mesmo fazer exercícios sistemáticos. A concentração só ocorre de fato quando a pessoa renuncia àquilo que a atrai, agrada ou contenta e se volta prioritariamente para a busca espiritual.
No passado foram criados muitos exercícios de concentração adequados para a mente daqueles tempos. Mas em geral os que faziam os exercícios tinham uma vida organizada, harmoniosa, sadia e disciplinada.
Não é o caso da maioria das pessoas de hoje. Atualmente, nossa civilização estimula o consumismo e uma forma de vida desordenada, comandada pelos desejos. Se alguém fizer hoje os exercícios de concentração criados no passado e viver como a maioria vive em nossos dias, cedendo aos apelos dos desejos, não conseguirá concentrar-se porque lhe faltará certo ascetismo na vida diária, imprescindível para a concentração.
Além disso, com o passar dos tempos, a consciência e a mente humanas se desenvolveram e os vários níveis de consciência na mente se aproximaram. Portanto, os antigos exercícios de concentração não são mais adequados à mente atual.
Quando se pratica o ascetismo, ou seja, quando se renuncia a tudo o que dispersa, quando se repele tudo o que não leva aos níveis espirituais, quando se controlam os próprios impulsos no dia a dia, a concentração pode finalmente ocorrer.
Extraído do livro “Trabalho Espiritual com a Mente” – Trigueirinho
Editora Pensamento
Págs. 19 a 21]
Editora Pensamento
Págs. 19 a 21]
fonte http://www.trigueirinho.org.br/textos/php/controlar_o_pensamento.php





Como mãe de crianças Índigo, eu sei como é frustrante levá-los a iniciar as suas próprias vidas. Tão
talentosos, poderosos, amorosos e maravilhosos quanto eles possam ser,
há um lado para eles que é muito lento, preocupante, avesso aos riscos e
hesitante para entrar em novas situações. E parece piorar à medida que
eles envelhecem, até que quando eles alcançam os seus 20 anos, ficam
presos, incapazes de se moverem em qualquer direção e, enquanto eles não
compartilham isto, ficam aterrorizados, com medo de assumirem os
riscos, ainda que saibam que eles têm a capacidade de serem bem
sucedidos.