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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta 2012. PAZ, PAZ , PAZ.

Caros amigos planetários,
Feliz e maravilhoso 2012 a todos os participantes do Anjo de Luz!

Continuamos a divulgar o "Manifesto Verde Pela paz da Humanidade e do Planeta", que a partir do mês de outubro de 2011 passou a ter 7 bilhões de habitantes, conforme declaração da ONU - Organização das Nações Unidas. Em outubro de 2008, ainda na primeira década do século XXI registramos no texto do manifesto que a Terra tinha 6 bilhões e 600 milhões de pessoas, conforme dados do ano de 2001.

Atualmente já são mais de hum milhões de leitores/assinantes desse nosso manifesto.  Hoje retorno a este espaço de luz, para renovar a divulgação dessa importante campanha em prol da Paz Mundial, neste final de janeiro de 2012.

Participe Você, também, dessa campanha! Seja um Agente da Paz!
*Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta:
http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html
.
Abraços de luz, paz, arte e amor universal,
Ana Félix Garjan- Embaixadora da Paz( Facebook)
Meus sites: www.lamaisondart-anagarjan.com.br -
www.wix.com/anafelixgarjanartes2/ana-felix-garjan-gallery
http://anafelixgarjan-poesiadaalmaazul.webstarts.com/index.html
FONTE  http://anjodeluz.ning.com/profiles/blogs/manifesto-verde-pela-paz-da-humanidade-e-do-planeta-2012

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Os sete corpos do homem. Ismael de Almeida


No plano físico
cósmico, há sete planos com sete subplanos cada plano, e o Deus Interno, só
pode operar nestes planos com corpos ou invólucros adequados para cada plano.  Portanto o homem tem sete corpos, um para
cada plano. Vou adotar neste texto, os nomes citados pela SOCIEDADE TEOSÓFICA,
existem outros nomes em outros agrupamentos filosóficos, mas sempre designando
os mesmos planos com outros nomes.


Sete planos
físico-cósmicos:


1- ADI


2-Monádico


3- Átmico


4- Búdico


5- Mental


6- Astral


7- Físico


É preciso considerar  que cada plano tem sete subplanos, o que as
vezes pode causar confusão, dando um exemplo, mental concreto, mental abstrato,
etc.


A PERSONALIDADE
HUMANA, no presente estágio evolutivo opera em quatro corpos, mental concreto,
astral, etérico-físico, sendo o etérico uma sub-divisão do físico.


No presente artigo,
vamos considerar aspenas o corpo físico, onde o SUTRATMA, o cabo de VIDA E
CONSCIÊNCIA estão ancorados no cérebro e coração.


Ramatis disse em uma
de suas obras que o corpo físico é o MATABORRÃO dos outros corpos da
personalidade. As imperfeições dos outros tres corpos etérico-astral-mental concreto,
são absorvidos polo físico, daí grande parte da origem das enfermidades, salvo as
oriundas de acidentes e epidemias.


Cada pensamento,
sentimento, palavra, e ato, cria energias, boas ou más. Mesmo durante o sono o
carma está sendo criado, pelos corpos astral e mental.


No presente estágio
evolutivo, apenas os quatro corpos da personalidade são utilizados, no futuro
com a criação do cabo de luz ANTAKARANA, haverá uma conexão entre os outros
corpos, que funcionarão como uma UNIDADE, podendo ser usado, cada corpo em seu
devido plano, onde o morador interno pretender atuar.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Sabedoria Ecológica dos Indígenas


 
O Que Temos a Aprender com os Povos Tradicionais
 
 
Carlos Cardoso Aveline 

 

 
Capa do livro ‘A vida Secreta da Natureza’
 
 
 
 
Em vários aspectos, o mais novo e o mais velho se unem hoje para renovar e ampliar radicalmente nosso modo de enxergar a realidade.
 
Nas últimas décadas do século 20, a vanguarda da física redescobriu a  filosofia esotérica através de Fritjof Capra,  David Bohm e outros. O químico da NASA Jim Lovelock  descobriu que o planeta Terra pode ser considerado um ser vivo - como pensava o mundo grego-   e criou a teoria de Gaia. Na biologia,  Rupert Sheldrake  resgatou velhos conceitos  da filosofia do oriente, especialmente o akasha e a luz astral, através de modernos métodos experimentais.  Estas mudanças na visão científica do mundo estabelecem as bases para uma relação inteiramente nova entre ser humano e ambiente natural, e nos fazem compreender, também,  que podemos aprender grandes  lições avaliando melhor a filosofia de vida dos primeiros  habitantes da América.
 
Segundo a ecologia profunda,  todos os seres têm - em princípio -  igual direito à vida. Esta corrente de pensamento aberta e sem dogmas foi criada  na Noruega no início da década de 70 pelo filósofo e músico Arne Naess.  Nos últimos anos os livros e seminários dedicados ao tema têm ganhado espaço rapidamente, inclusive no Brasil.
 
Embora seja moderno na aparência e inspire uma nova geração de cientistas,  este modo de enxergar a vida é antigo e tradicional. O maior e mais famoso  manifesto de ecologia profunda que conheço foi escrito  pelo chefe Seattle,  dos índios norte-americanos  Duwamish, em 1855, isto é, onze  anos antes de o biólogo alemão Ernest Haeckel propor pela primeira vez, em 1866, a criação de uma “nova disciplina” a ser chamada no futuro de “ecologia”. O chefe Seattle perguntou ao presidente norte-americano Franklin Pearce, que lhe havia proposto comprar as terras indígenas:
 
“É possível comprar ou vender o céu e o calor da terra? Tal idéia é estranha para nós. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como você poderá comprá-los? Cada pedaço desta terra é sagrado para o meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada areia da praia, cada bruma nas densas florestas, cada clareira e cada inseto a zumbir são sagrados na memória do meu povo. A seiva que corre através das árvores carrega as memórias do homem vermelho.”
 
A idéia central da ecologia profunda é abandonar a idéia de que a natureza é apenas  um amontoado de “recursos naturais”. Todo egoísmo tem uma vocação inevitável para o fracasso, e as políticas de preservação ambiental implantadas no século 20 fracassaram amplamente  porque partiam de uma filosofia baseada na idéia de que o homem pode usar e abusar da natureza.   Quando você parte de uma premissa falsa, seu raciocínio e sua prática estão destinados à derrota. Só quando deixamos  de lado a  impressão ilusória de que o homem é o centro do universo passa a ser  possível, para nós, perceber  que pertencemos à natureza, somos seus filhos  e devemos respeitá-la.   A premissa correta, centro da  filosofia do futuro,  afirma que a alma da vida universal está presente em todas as coisas,  e o homem é parte dela. Cabe a ele, agora, ser consciente disso. Assim a preservação ambiental terá êxito. Nas palavras do chefe Seattle:
 
“Os rios são nossos irmãos, eles saciam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossas crianças.  Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar às suas crianças que os rios são nossos irmãos, e seus também, e vocês devem, daqui em diante, dar aos rios a bondade que dariam a qualquer irmão.”
 
Em uma análise comparativa, poucos deixariam de afirmar que nossa civilização tecnológica é mais avançada que a dos índios peles vermelha. Mas o que estamos fazendo com nossas crianças? Abandonando-as?  Matando-as? Prostituindo-as?  O que são os assaltantes das grandes cidades além de crianças abandonadas que cresceram aprendendo violência?
 
Considerando o que estamos fazendo com nossos rios e florestas  e também o grau de violência, corrupção e poluição que há em nossas cidades,  em  que coisas somos de fato melhores, e em que aspectos somos mais bárbaros,  mais violentos e atrasados que os indígenas das Américas tradicionais?
 
“Não há um lugar calmo nas cidades do homem branco”, afirma a carta dos duwamish: “Nenhum lugar para escutar o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece apenas insultar os ouvidos. E o que resta da vida, se o homem não pode escutar o choro solitário de um pássaro ou o coaxar dos sapos em volta de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio aroma do vento, limpo por uma chuva do meio-dia, ou perfumado pelos pinheiros.”
 
Recuperar a capacidade de conviver com o mundo natural  é avançar em direção àquele futuro em que as cidades trarão para si o melhor do campo,  e o campo terá em si o melhor das cidades. Então desaparecerão as doenças físicas e emocionais  causadas pela tensão nervosa das grandes cidades. Desaparecerão fenômenos como a síndrome do pânico, a insegurança das ruas modernas ou a violência contra os agricultores sem terra. E  ainda respiraremos melhor, como os indígenas faziam. Também neste aspecto, temos a aprender com eles:
 
“O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro. O animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. O homem branco parece não sentir o ar que respira. Como um animal que agoniza há vários dias, ele é incapaz de sentir o mau cheiro. (...) Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas crianças. Tudo o que ocorrer com a terra, ocorrerá com os filhos da terra. Se os homens desprezam o solo, estão desprezando a si mesmos. A terra não pertence ao homem. O homem pertence à terra. (1)
 
Um testemunho menos conhecido, mas não menos belo, foi deixado a nós pelo chefe  Urso-em-pé, dos Lakota. Ele disse, lembrando de tempos anteriores:
 
“Os velhos Lakota amavam o solo e sentavam-se ou reclinavam-se no chão com o sentimento de estarem próximos de um poder maternal. Era bom para a pele tocar a terra, e os velhos gostavam de se descalçar e andar com os pés nus sobre a terra sagrada. As tendas eram erguidas sobre a terra, e os altares feitos de terra. O solo era tranquilizante, revigorador, purificador e medicinal. Por isso é que os velhos índios ainda se sentam diretamente na terra, fonte de suas forças vitais. Para eles, sentar-se ou deitar-se no chão permite pensar com mais profundidade e sentir com mais clareza; podem penetrar nos mistérios da vida e descobrir seu parentesco com outras formas de vida ao redor. (...) Os velhos Lakota eram sábios. Sabiam que o coração do homem distante da natureza se torna duro; sabiam que a falta de respeito pelas coisas vivas leva imediatamente à falta de respeito pelos humanos”. (2)
 
Urso-em-pé mencionou aqui uma causa central da violência e degeneração da vida emocional das grandes cidades. Dominadas hoje por meios eletrônicos de “comunicação” cuja influência parece crescer lado a lado com a falta de comunicação real entre seres humanos, as cidades degeneram pelo seu distanciamento da natureza e dos seus ritmos vitais básicos.  Como um animal em cativeiro que perde a alegria de viver, o ser humano distante da natureza é  preso por suas preocupações pessoais,  e dificilmente encontra paz, dentro ou fora de si.  O resultado é a violência: primeiro em pensamento e sentimento, e depois na realidade externa.
 
Por outro lado, temos alguns erros em comum com as sociedades indígenas e um deles é a superstição. A maior parte da população brasileira atual, herdeira da cultura européia, ainda é guiada por fortes crenças ilusórias. Algumas das nossas superstições são materialistas (como pensar que o dinheiro traz felicidade), e outras são religiosas (como a de pensar que, para ser religioso, basta adorar e pedir favores a um Deus em forma humana).  Até mesmo nossos modernos pajés, os cientistas e intelectuais, participam em grande parte das superstições coletivas da nossa civilização.
 
Os indígenas também tinham uma visão relativamente estreita do mundo. Vemos com facilidade os erros do pensamento indígena tradicional,  porque  é sempre fácil enxergar os defeitos alheios e nossas limitações são outras. Mas apesar das cegueiras culturais, dos tabus e nacionalismos  tribais,  havia em todas as sociedades indígenas   como há hoje na nossa  uma tradição de sabedoria transcendental. Ela permanecia  à disposição dos que estavam prontos e eram capazes de erguer os olhos para ela. Quando o aprendiz está pronto, a sabedoria aparece  em qualquer tempo e lugar.
 
Certo dia o indigenista brasileiro Orlando Villas Bôas ficou surpreso ao conversar com um pajé do rio Xingu, o mais versado, ali,  nos conhecimentos que vão além do saber comum. Ele conta o fato em seu livro “A Arte dos Pajés” (3). Um pajé de meia-idade, Arru, chegou  do mato cansado de caminhar e sentou-se ao lado de Orlando.
 
“Lá é o céu”, diz Arru, apontando para o alto.
“Sei”, responde Orlando.
“Lá é a aldeia dos que morrem”.
“Sei”, diz Orlando, conhecedor da cultura indígena.
Depois de um momento em silêncio, olhando bem para o alto, Arru acrescenta:
“Lá no céu do céu... ela está lá”.
Orlando pensa que quem está lá no céu do céu deve ser  um deus antropomórfico.
“Quem está lá? Um índio velho que sabe tudo?”
A resposta de Arru é enfática: 
“Não, apenas uma sabedoria”.
 
O pajé do Xingu surpreendeu Orlando mostrando que acreditava na existência de uma lei ou sabedoria universal, e que estava livre da superstição de um deus em forma humana, de quem se pode obter favores pessoais fazendo-lhe  homenagens como a um rei todo-poderoso.
 
O diálogo entre Villas Bôas e Arru tem outros aspectos interessantes. A “aldeia dos que morrem”, que existe no céu dos índios xinguanos, é um conceito equivalente, de certo modo, ao kama loka da filosofia esotérica. Para o kama loka vão os níveis intermediários da consciência de um ser humano fisicamente morto. Ali, os níveis médios de consciência passam por  uma purificação que dará lugar ao devachan ou bem-aventurança, um longo período de descanso antes de um novo renascimento. O devachan  pode  ter uma relação com a “terra sem males” dos tupis brasileiros,  local mítico e  não-espacial. Ali ninguém morre ou adoece, a lavoura se trabalha sozinha e  a colheita ocorre sem que seja necessário fazer esforço.
 
Do ponto de vista esotérico, não se conhece muitas referências complexas ou exatas ao processo pós-morte na tradição indígena das Américas. Porém, na sua simplicidade, todos os povos indígenas reconhecem a existência de um mundo sutil ou astral em que são registrados os nossos atos e no qual  vivem seres invisíveis, ao lado das forças arquetípicas da natureza e dos seres  que se foram do mundo físico.
 
“Há na cultura indígena uma total dependência da criatura com o mundo sobrenatural”, escreveu Villas Bôas. Se trocarmos a palavra “sobrenatural” por “astral” a frase fica perfeita do ponto de vista esotérico e se aplica não só aos indígenas, mas a todos os povos e seres do mundo em todos os tempos. O mundo físico inteiro é reflexo do mundo astral e, por isso, depende dele. Todas as relações de causa e efeito operam no mundo astral, que é perfeitamente natural, porém invisível ao olhar físico, e que, em seus níveis superiores, leva à vida especificamente imortal e espiritual em que se localiza o devachan e se alcança o nirvana.
 
As culturas indígenas populares tinham acesso a uma versão simplificada da sabedoria espiritual dos descendentes de Atlântida. Depois da destruição daquele continente, o conhecimento iniciático e esotérico foi inteiramente reorganizado. Então, da Índia e Egito antigos surgiu uma nova série de civilizações que dura até hoje. Esotericamente, considera-se que os indígenas americanos são descendentes da tradição espiritual Atlântida, que corresponde à quarta raça-raiz, segundo Helena Blavatsky. A nossa quinta raça-raiz, mais racional, perdeu a antiga intuição humana. Mas já começa a recuperá-la em um nível superior, combinando o método científico experimental com a antiga capacidade de comunhão com a natureza e o respeito por todos os seres, habilidades que as sabedorias  indígenas, sobreviventes da tradição atlântida, ainda mantêm intactas.
 
As tradições do extremo oriente são outras tantas  ramificações da quarta raça-raiz e têm ensinado lições de grande valor ao nosso confuso ocidente através da medicina tradicional,  da meditação zen, das artes marciais de fundo espiritual, do taoísmo,  e do feng-shui, para citar alguns poucos exemplos.  Helena Blavatsky afirma em seu livro clássico “A Doutrina Secreta” que desde o século 19 surgem, aqui e ali, os primeiros cidadãos da sexta raça-raiz(4). Eles não podem ser identificados por qualquer característica fisica, mas sim por uma percepção intuitiva dos princípios da sabedoria e da fraternidade universal que guiarão a humanidade, de modo consciente,  no futuro. Para a ciência esotérica, a fraternidade universal da humanidade é uma lei, e a diversidade racial é indispensável à evolução.
 
Neste momento, é essencial que saibamos repensar nosso processo civilizatório. Que possamos parar a destruição dos ambientes naturais que permanecem vivos; que respeitemos os povos que preservam o conhecimento de como viver em intimidade com a natureza. É essencial que possamos proteger nossas crianças, símbolos do nosso futuro, e que possamos aprender aquela sabedoria universal que permeia a história de todos os povos, independentemente das características físicas, hábitos culturais ou níveis de desenvolvimento tecnológico dos seus cidadãos.
 
Devemos ter a humildade necessária para reconhecer que os povos mais desenvolvidos tecnologicamente nem sempre foram os mais sábios, e que hoje somos um notável exemplo disso. Devemos ser capazes de lembrar que, como escreveu o chefe Seattle, “os cumes rochosos, os sulcos úmidos do campo, o calor do corpo do potro e o homem, todos pertencem à mesma família”.   
 

NOTAS
 
(1) “Preservação do Meio Ambiente – Manifesto do chefe Seattle ao Presidente dos EUA”, Editora Interação/Fundação SOS Mata Atlântica, SP, 1989.
 
(2) “Pés Nus Sobre a Terra Sagrada”, Compilador: T.C. McLuhan, Ed. L&PM, Porto Alegre, 1994, ver pp. 13-14.
 
(3) “A Arte dos Pajés”, de Orlando Villas Bôas, Editora Globo, 2000, ver pp. 89-90.
 
(4) “A Doutrina Secreta”, de H. P. Blavatsky, Ed. Pensamento, SP, edição em 6 volumes, ver volume 3, p. 462.
 
Fonte : www.FilosofiaEsoterica.com
 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Um pouco de antroposofia…

antroposofia
O texto abaixo, é um artigo retirado da Revista Vida Simples (escrito por Aline Salve) que fala sobre a antroposofia, o seu significado e a sua forma de ver o mundo e as pessoas. É um texto longo, mas vale a pena conhecer mais sobre este assunto.
A antroposofia está fascinando muitos brasileiros. Pelo menos 700 médicos utilizam-se de seus princípios, recorrendo a chás e outras receitas caseiras e evitando o excesso de medicamentos. E já há 13 escolas, disputadíssimas, nas quais as crianças aprendem primeiro a viver a vida, envolvidas em atividades realmente infantis, em vez de serem preparadas precocemente para o mercado de trabalho. Existe também um grande laboratório (Weleda), que fabrica remédios, chás e cosméticos naturais, uma editora (Antroposófica), com dezenas de títulos publicados, e até o luxo de uma rede de produtores agrícolas biodinâmicos, que fornece queijos, iogurtes, pães, verduras e frutas de qualidade muito especial. 
Criada no começo do século XX pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), essa ciência humanista vem sendo aplicada mundialmente em áreas tão diversas como medicina, educação, agricultura, economia, farmacologia, teatro e artes plásticas, organização social e espiritualidade. Ao pé da letra, trata do conhecimento (sofia, no grego) sobre o ser humano (antropos). 
Seu princípio fundamental é a conexão entre o homem, a natureza e o sagrado, que se manifesta em todos os fenômenos, em nível interno e externo, anímico e material. A antroposofia acredita que é preciso desenvolver o homem integralmente, considerando sua alimentação, moradia, relacionamentos sociais e econômicos, bem como sua formação intelectual e sua espiritualidade. Um rio de obviedades, com as quais a maioria de nós concorda perfeitamente. A diferença é que os seguidores da antroposofia não apenas concordam como agem de acordo, na contracorrente, mostrando que é possível compor e manter uma sociedade alternativa mesmo dentro das grandes cidades. 
Até a década passada, antroposofia era “coisa de alemão”. Em São Paulo, ficava restrita à Escola Waldorf Rudolf Steiner, inaugurada em 1956, e à pequena comunidade que se reunia para o ato de consagração dominical – uma missa comovente baseada no Cristianismo primitivo, onde se comunga pão e vinho e se fala com naturalidade sobre a presença dos anjos na vida cotidiana. 
Também criada no final dos anos 50, a Clínica Tobias recebia clientes para toda a sorte de terapias, abrigando consultórios de médicos especialistas, instruídos pelos ensinamentos deixados por Steiner 40 anos antes. Aos poucos, as curas com base em boa alimentação, tratamentos naturais, massagens, música, expressão artística e outras técnicas incomuns ganharam fama por aqui. 
No começo, as consultas pareciam meio estranhas. Podia-se sair dali com a receita de um escalda-pés ou uma série de lavagens intestinais. Aconselhava-se a manter os pés quentes e, no inverno, usar chapéu – nossas sábias avós diziam a mesma coisa. Numa época em que ninguém falava de energia vital, os médicos antroposóficos procuravam equilibrá-la com a utilização de sons e gestos corporais, numa técnica chamada euritmia curativa. E, em vez de remédios sintéticos, recomendavam comida boa, massagens, chás e aconchego. 
Médicos, dentistas e terapeutas passaram a procurar os cursos de especialização promovidos pela Sociedade de Medicina Antroposófica. Queriam ampliar seu conceito de medicina, para tratar o corpo físico levando em conta a força vital, os sentimentos, as emoções e a espiritualidade de cada um – os alicerces da antroposofia, que, em muito, se assemelha a outras sabedorias orientais e mesmo à de sociedades primitivas. 
Steiner, formado em Ciências Exatas e editor das idéias científicas de Goethe – sim, o poeta e escritor alemão do século XIX, que era também um arguto observador da natureza -, jamais abandonou o rigor nas suas pesquisas. “Ele não queria destruir a ciência, só ampliá-la”, explica Valdemar Setzer, professor do Instituto de Matemática da Universidade de São Paulo (USP) e um dos responsáveis pelo curso Introdução à Antroposofia, da Sociedade Brasileira de Antroposofia. “Steiner sabia que não existe apenas o mundo físico e que a cura envolve também os campos bio-energéticos mais sutis do ser humano.” 
Diz-se de Rudolf Steiner que podia observar nas pessoas a energia que as cercava e permeava. Essa energia, segundo ele, era diferente de acordo com a natureza dos sentimentos e das emoções. E turvava-se no caso de doenças que ainda não haviam se manifestado no corpo físico. 
Os quatro corpos
Durante alguns anos, Steiner esteve ligado à teosofia, sistema espiritual e filosófico que dividia os campos energéticos do homem em quatro diferentes corpos. Para os teosóficos, o corpo físico, considerado o primeiro corpo, é apenas a parte mais densa, material e visível dos outros três, feitos de substâncias mais finas, invisíveis aos olhos e não detectáveis por qualquer método ou aparelho científico. O segundo corpo é uma espécie de campo de força vital, chamado corpo etérico ou campo plasmador de energia. O terceiro corpo, que registra todas as sensações, emoções e sentimentos, é chamado de corpo astral, porque acredita-se que possa receber influência direta dos astros e de energias cósmicas. O quarto corpo, ou corpo espiritual, é onde se formam os conceitos e a noção da própria individualidade. Sua gestação é estimulada por meio de meditação, oração e comunhão, entre outras práticas. 
Estava claro para Steiner que a medicina não poderia ignorar a existência desses quatro corpos. Muito menos a educação. Ele dizia que a formação de cada um dos corpos acontecia aos poucos, em períodos definidos de sete anos, e que esse ciclo deveria ser respeitado. A atividade física e motora, assim como a estimulação dos sentidos, são muito importantes no período de formação do corpo etérico, relacionado à força vital. O ensino de artes plásticas é essencial na formação do corpo astral, ligado às emoções e sentimentos. 
Em 1919, Steiner começou a pôr em prática seus inumeráveis conhecimentos teóricos em Stuttgart, na Alemanha. Trabalhando numa escolinha para os funcionários da fábrica de cigarros Waldorf-Astoria (daí a origem do “Waldorf” como sinônimo de antroposofia), ele pôde aplicar o que intuitivamente sabia e o que tinha aprendido. O resultado surpreende ainda hoje e talvez como nunca. O impulso à criatividade e à autonomia, o amor à natureza e às artes, a prática da meditação e o conhecimento espiritual estão se transformando no projeto de vida de mais e mais pessoas, aqui e em todo o mundo.
Arquitetura orgânica 
A saudável bagunça que pode existir na casa de uma família antroposófica causaria arrepios em um consultor de Feng Shui. Mas, nesse ambiente, graças a Deus, as pessoas vêm em primeiro lugar. Depois, sim, consideram-se os móveis, a decoração e a ordem. Os sofás serão mais macios e confortáveis do que propriamente bonitos. A madeira estará muito presente nos móveis sólidos e pesados – em geral, feitos em marcenarias de pessoas que seguem a linha de pensamento Waldorf – e as cores das paredes lembrarão as tonalidades da terra: bege, ocre, marrom, creme, caramelo.
Quem sabe, virá da cozinha o cheiro do pão feito na hora. E se houver crianças na família, provavelmente você encontrará bichinhos de madeira ou bonequinhas de pano pelo chão. Em suma, uma casa sem frescuras, onde qualquer um entra e fica à vontade. “Temos muito respeito pela liberdade e pela individualidade de cada um”, diz Ana Vieira Pereira, de Botucatu, interior de São Paulo, professora de literatura, mãe de quatro filhos, e moradora da casa que você acaba de visitar. 
Habituados a ângulos e linhas retas, nossos olhos reagem dançando num primeiro contato com a arquitetura antroposófica. Assim como no espanhol Gaudí ou no americano Frank Lloyd Wright, incorporam-se formas orgânicas e naturais, mas considerando ainda os aspectos energético e espiritual do uso de cada ambiente. 
As janelas não são simétricas e as paredes podem, por exemplo, estar colocadas em forma de trapézio, já que essa forma, acreditam, tem ligação com a liberdade e a individualidade. Para cada ambiente há soluções que levam em conta as dimensões mais sutis do ser humano. “A arquitetura orgânica tem o brilho da vida. Ela é dinâmica, tem fluidez e movimento”, diz Michael Moesch, arquiteto responsável pelo projeto de muitas casas, fábricas e escolas de inspiração antroposófica no Brasil. 
Uma pedagogia que respeita a alma 
Aos nove anos, os alunos plantam trigo, colhem, moem a farinha, preparam o pão em forninhos de barro que eles próprios fizeram. Assim, aprendem uma das lições do tema “de onde as coisas vêm”, que compõe o conteúdo nesse período. Quando aprendem a escrever, fazem o caminho do calígrafo – experimentam o lápis, a pena de ganso, a caneta tinteiro. As aulas de História falam também de lendas e mitos – como o de Atlântida, o continente que foi engolido pelas águas, citado por Platão. O violino, um dos instrumentos mais usados nas classes, estimula a área ao redor do peito – assim, as cordas fazem vibrar o coração, o que promove o despertar das emoções. “Tudo é pensado para acompanhar o desenvolvimento anímico, energético e espiritual”, explica Celina Targa, professora da Escola Waldorf Micael, em São Paulo. A escola antroposófica não é feita para pais ansiosos (a alfabetização, por exemplo, só acontece no ano em que a criança completa sete anos).Os pais são convidados a participar, e muito, de todas as atividades. “Pode até se dizer que eles se matriculam junto com o filho”, diz Celina. 
Há pouco tempo, por exemplo, um grupo de pais da Escola Micael plantou trigo, moeu, cortou a massa numa antiga máquina de madeira trazida de Santa Catarina e se deliciou com uma macarronada feita com as próprias mãos. Tudo para compartilhar do aprendizado de seus filhos. E isso não acontece de vez em quando: sempre tem. 
Espiritualidade na plantação 
Outro ramo importante da antroposofia é a agricultura biodinâmica, que, além de ser orgânica (não utiliza adubos, aditivos ou inseticidas químicos), também respeita o caráter energético e vital dos alimentos. A plantação recebe diferentes “preparados”. Há fórmulas de inspiração homeopática com base em substâncias naturais como cristal ou esterco, às quais se atribui o poder de concentrar energias. Os insetos podem ser combatidos com o cultivo de vegetais que os afugentam ou, de novo, com preparados energéticos. Os ciclos e influências planetárias também são considerados. Para completar, é comum o agricultor antroposófico ser alguém que se exercita nas artes, que faz teatro e medita. Ele é o que se pode chamar de um homem integral, tal qual sua plantação.
O resultado é previsivelmente saudável e delicioso. (Na visita à fazenda, tive o privilégio de provar o manjericão e as nozes de um notável molho de pesto, além de um iogurte sem qualquer acidez e um pão com sementes de girassol que, mesmo em quantidade, não pesou no estômago.) 
Um dos pioneiros dessa história é o gaúcho Paulo Cabrera, que administra a Estância Demétria e o Sítio Bahia, áreas de agricultura e criação biodinâmicas em Botucatu (a presença da antroposofia nessa cidade é marcante e, nos últimos 20 anos, formou-se uma grande comunidade no entorno das plantações). Assim como quase todos os professores e agricultores Waldorf, ele se especializou na Europa – no caso, o prestigiado curso de Agricultura do Emerson College, na Inglaterra. 
Ao lado de outras quatro famílias e alguns funcionários, Cabrera produz vários tipos de laticínios, pães, geléias e mel. “O mais importante é que conseguimos preservar os princípios antroposóficos na maneira de ser. Montamos peças de teatro no Natal, Páscoa e Pentecostes. E temos aulas de euritmia, que trabalha a parte emocional”, conta ele. “O sentido mais profundo do nosso trabalho é desenvolver a consciência e a espiritualidade.” 
Marco Bertalot, professor de Agricultura Biodinâmica e um dos fundadores da Estância Demétria, explica de outro jeito. “A antroposofia estimula o lado direito do cérebro, responsável pela sensibilidade e pelo pendor artístico. É uma contrapartida à sociedade atual, que leva em consideração apenas o lado esquerdo do cérebro, o da racionalidade, da objetividade.” 
Apesar de muitos princípios e crenças, a antroposofia não é dogmática, não exige comprometimento total com suas cartilhas. Também não é seita, nem clube de associados, o que a torna simpática aos novos seguidores. Ao que parece, o admirável conhecimento deixado por Rudolf Steiner está se consolidando naturalmente porque é um manancial de soluções de bom senso para todos que percebem as relações entre o Homem, o planeta e o divino. E tem mesmo muito a ver com nossas avós. “A antroposofia recupera o lado feminino”, resume Marco Bertalot. “É o lado do amor, da proteção, do cuidado.”
Luz e Paz para todos!
Márcia de Lucena Saraceni
Fonte ; Sabedoria Universal

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MESTRE MATERIALIZADO NO DESERTO DE GOBI LOCALIZAÇÃO DE AGARTHA/SHAMBALLA

Shambhala significa em sânscrito "um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade", e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater para introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro.
Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas.
Inspiração para a criação literária do inglês James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la.
Entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki , que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina.
Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar.
Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: "certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens.
A idéia de uma terra de iluminados exerceu atração no ocidente desde sua difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas, e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Petrovna Blavatsky no século XIX.
Em 1833 apareceu o primeiro relato geográfico sobre a região, escrito pelo erudito húngaro Alexander Csoma de Köros, que mencionou "um país fabuloso no norte, situado entre 45º e 50º de latitude norte".
No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização.

Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus . Atualmente a ilha seria um oásis no Deserto de Gobi, protegida de intrusos por meios espirituais

Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais freqüentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.
pt.wikipedia.org

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mensagem de Montague Keen -- Setembro 18, 2011 Postado por Luisa Vasconcellos em 21 setembro 2011 às 17:30

 

Mensagem d e Montague Keen de 18 Setembro de 2011 




Saudações, minha querida. Foi uma semana em que viste informação divulgada que nunca esperaste ver na tua vida. Foram expostas essas pessoas que declaravam que eram da Luz, enquanto colaboravam com as entidades das trevas para obter o controlo da Humanidade. Não têm um lugar onde se possam esconder. Agora estão a sentir a mão da Justiça no seu ombro; irão responder pelos seus crimes. A retirada deles da cena irá demorar um pouco, mas irá acontecer, tal como a noite sucede ao dia. Os crimes deles contra as crianças inocentes são os mais difíceis de lidar. Pregavam o amor, mas espalhavam o sistema de controlo mais diabólico que era baseado em mentiras. As mentiras deles controlavam todos os aspectos das vossas vidas. Fostes mesmo programados para esparem morrer em determinada idade. As vacinas foram conspurcadas com estirpes de vírus para assegurar que ficassem doentes com cancros ou outras doenças graves; algumas pessoas reagiram de maneira diferente, mas isso assegurou uma saúde doentia que deu grandes lucros e resultou na vossa extinção. Foi tudo colocado contra vós: alimentação contaminada, etc., para vos afastar do planeta. Infelizmente, fostes ensinados a confiar cegamente nos que vos estavam a destruir.


Eles alimentam o vosso medo; prosperam com ele. É por isso que vos dizem constantemente que deveis ter medo. Está tudo bem planeado. Têm uma lista de “inimigos” potenciais. Neste momento estão a decorrer discussões sobre o Projecto Blue Beam (Projecto Raio Azul). Planeiam usar as suas próprias “naves espaciais” para fingir que os extraterrestres vos estão a ameaçar. Não lhes importa quantos possam morrer nesse processo. Será usado para extorquir mais impostos e para impor mais controlo. É isto que as pessoas da Luz, que estão despertadas para o que está a ser feito, deviam estar a divulgar. Assegurar aos outros que isso faz tudo parte de um grande estratagema. Que é tudo uma ilusão. Estão a ficar sem dinheiro. Estão a espremer os países cada vez mais porque estão a perder o controlo do sistema financeiro que eles estabeleceram de uma maneira fraudulenta, há muitos anos. O novo sistema está quase pronto a ser revelado. Claro que isso será uma medida temporária, até que o dinheiro desapareça da circulação e que vocês regressem, outra vez, a um sistema de comércio por troca de bens de consumo e não de dinheiro, como acontecia nos tempos antigos. Esse sistema foi muito bem sucedido. Nunca causou guerra ou fome. Havia abundância para todos.

Ireis tornar-vos cientes de enormes ondas de amor. Sabeis que a cabala não ‘faz’ amor. Tentam destruí-lo, não podem aguentar a energia do amor. Falamos dos três dias em que será melhor que vocês durmam, e assim, que nos permitam remover ilusão àquilo que agora chamais “vida”.

Não tendes nada a recear, estais precisamente a sair da prisão que vos manteve sob controlo. As mudanças irão acontecer naturalmente no planeta Terra: a remoção através de terramotos, etc., de algumas partes da Terra, é necessária, porque se tornaram tão corrompidos que não podem ser redimidos.

As pessoas irão ser removidas em três ondas: as pessoas que concordaram deixar a Terra na primeira onda já concordaram com isso; são evoluídas e irão estabelecer centros para receber a segunda e terceira onda de pessoas. Os que permanecerem à superfície da Terra são os que estão tão encurralados pelo medo e pelo controlo da Cabala que irão ficar para ser os seus escravos. Muitos dos jovens que escolheram estar na Terra, nesta época, usam a sua energia pura para ajudar os outros a seguir em frente. Bastantes já tiveram a sensação da cabeça andar à roda, mais sensações estranhas no corpo que são usadas para restaurar o vosso DNA e ajudar-vos a preparar para a consciência plena. Isto tem sido um trabalho a progredir há muito tempo, mas agora é a ocasião certa para fazer a transformação. Por favor, assegurem-se que têm comida armazenada em quantidade suficiente, para que, durante a Transição, quando os fornecimentos não poderem ser efectuados ou produzidos, tenham o suficiente para se alimentarem. A água é importante, bem como as necessidades básicas da vida. As velas são essenciais. Não há que ter medo de nada, vejam isso como uma grande aventura. O planeta Terra está a passar uma mudança maciça que irá afastar tudo o que não deve estar aqui. A Terra irá ocupar mais uma vez o seu lugar no Universo. Será muito emocionante para todos os que estudaram outros planetas, crop circles (círculos de colheita) OVNIS, etc. John Mack está incrivelmente emocionado. Trabalhamos muito para conseguir isto. Quando a energia mudar – está a acontecer mesmo agora enquanto escrevemos – seremos capazes de nos mostrar, embora muitos vejam essa perspectiva com alarme! Estamos muito mais entre vós do que podeis acreditar. Sei que sabes, minha querida, porque continuo a tornar a minha presença notada para ti e para os nossos hóspedes – por vezes, para sua grande surpresa.

Mantenham um alto astral. Tendes muito a esperar. Para todos os países que estão preocupados em pagar o débito que lhes foi imposto: foi uma extorsão que nunca lhes devia ter sido imposta. Não estais a lidar com gente honesta. Gostaria de aproveitar esta oportunidade para assegurar que todo o débito será anulado quando chegar o novo sistema. Tendes, apenas, de esperar algumas semanas. Os dias deles estão contados. É a ocasião de eles se dobrarem e de vos devolver tudo o que vos tiraram desonestamente. É a altura de homens íntegros, tais como Enda Kenny (Irlanda), avançarem para conduzir o caminho para uma política honesta. Ele é altamente admirado e apreciado em ambos os lados da vida. Um homem em quem podeis confiar. A restauração da Irlanda – a sua verdadeira História – é uma prioridade. Só então é que o Homem irá compreender completamente o enorme engano causado à Humanidade. Quando passei para o Espírito vi isto pela primeira vez, pedi-te para estudares a Irlanda Antiga. Mal pudeste acreditar no que descobriste. Todo o curso da História mudou a favor do lucro e do controlo. Acreditaram que tinham destruído as provas. Não podem esconder nada do Espírito. Temos acesso a tudo, não podemos ser silenciados.
Por favor, reserva tempo para ti própria, por mim. O marido que te adora, Monty.

Tendo pedido ajuda a Verónica para explicar melhor a mensagem, ela esclareceu:


Monty acredita que ao expor o que a Cabala está a tentar fazer, impede-os de levarem para a frente os seus planos.

Estão claramente a tentar levar a cabo o Projecto Blue Beam que seria uma falsa Invasão Extraterrestre, também planeiam projectar nos céus “visões” de Jesus e de outros Mestres para confundir e criar medo nas pessoas.

Ao tornar pública esta informação as pessoas não serão levadas a acreditar nisso. As Entidades de Andrómeda com quem trabalho,  explicaram  isso tudo, está numa fita de gravação das nossas Sessões. Como sabe, eu gravo tudo, essa informação vem directa.

The Montague Foundation

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Convergência Cósmica (23-26/Setembro) - A 9ª onda do Calendário Maia (é especialmente particular)


A 9ª onda do Calendário Maia


Hoje vamos descontrair um bocado e vamos falar dos Maias, alguém conhece ?
Talvez nenhum leitor os conheça pessoalmente, mas com certeza que já todos ouviram falar deles, não é verdade ?
Bem, vamos la então ao que interessa, ao que parece, estamos no início da 9ª onda do Calendário Maia…
O que é isso ?
Segundo Carl Calleman, o calendário Maia divide-se em 9 níveis, também chamados Submundos (Underworld) ou ondas de evolução (Waves).
(clique na imagem para aumentar)

Esses 9 níveis são eras empilhadas umas sobre as outras (veja a pirâmide acima). Cada nível é 20 vezes menor do que o anterior (daí a representação da pirâmide). Cada nível é parte do antigo, o que significa que todos acabam no mesmo dia, o famoso 21 Dezembro de 2012, ou 4-AHAU 13 baktun.
A cada nível de evolução está associado um avanço da consciência. No meio de cada nível, o avançado de consciência desse nível sobrepõe-se de maneira irreversível ao do nível anterior. Por exemplo, de 1755 a 1999 estávamos no nível chamado “planetário” em que o avanço da consciência era o poder. O avanço de consciência do nível anterior era a lei. Portanto, o poder sobrepôs-se à lei durante o nível planetário. Entre 1999 e 2011, estivemos no ciclo chamado “galáctico”, em que o avanço da consciência foi a ética. Estivemos, portanto, num período em que a ética triunfou sobre o poder. Esse período acabou no dia 9 de Março de 2011.
Isso quer dizer que entramos na 9º e ultima onda do Calendário Maia !
Espectacular ! e agora ?
Bom, agora, vamos voltar a mergulhar nos livros de Carl Calleman.
Ora vejamos, a 9ª onda… aqui está ! Diz ele…
A nona onda é especialmente particular.
Primeiro pela sua duração. Começando a 9 Março de 2011 e terminando a 28 de Outubro do mesmo ano, ela irá durar apenas 234 dias e durante esse período haverão 7 “dias” e 6 “noites”, o que significa que as mudanças serão tão significativa em 234 dias que nos últimos 12 anos (para a onda galáctica) ou ainda os 394 anos (para a onda planetária).
Esta onda também é diferente porque a grande maioria dos seres humanos não vão nascer nesta onda, mas vão entrar nela na idade adolescente ou adulta. Pela primeira vez na história da humanidade, as pessoas conhecerão três ondas sucessivas (fim da onda planetária, onda galáctica e onda universal).
Anteriormente, os seres humanos passavam a vida inteira numa só onda, até mesmo num só “dia” ou “noite” de uma onda. Na verdade, um “dia” ou “noite” durava 7.900 anos para a onda regional e 394 anos para a onda nacional.
Somente com a onda planetária é que a duração do “Dia” e da “Noite” tornou-se à escala humana (19,7 anos) e que vimos as diferenças de percepção da realidade de uma geração para outra.
Finalmente, pela primeira vez em milénios, desde o tempo dos homens das cavernas (Onda Regional: -102000, -3115), vamos entrar numa onda de evolução da consciência sem “filtro”.

Calleman insiste em que, ao contrário de outras ondas de evolução, a nona exigirá de nós uma participação ativa e não a mesma aceitação passiva das as ondas anteriores. De acordo com a sua própria imagem, “as cordas da marioneta serão cortadas”.
De acordo com Calleman “A transição para a nona onda é como uma escalada, que vai exigir certas coisas de nós. O Ego das ondas anteriores continuará a existir, mas agora ele estará na nona onda, a serviço da consciência da unidade. Portanto, não se trata de matar o ego, mas colocá-lo noutro lugar onde ele não guiará/dirigirá nossas vidas sem ter consideração pelo o “Todo”. Os seres humanos são seres criativos muito poderosos (uma alusão à lei da atração), mas apenas como parte da consciência gerada pelos “filtros” existentes em cada onda. Na nona onda, esta criatividade deve ser utilizada pelo surgimento de um mundo harmonioso na unidade e, portanto, deverá “pedir” coisas de acordo com essa harmonia, sem confiar no nosso ego ou no de outra pessoa.”
Do que fala Calleman é da “co-criação”. “A abordagem de Lungold (outro pesquisador) é idêntica porque ele também fala da co-criação como evolução de consciência da nona onda. Não é nem mais nem menos do que criar juntos com o pensamento, centrando-se sobre o mundo que desejamos. É claro que tal abordagem só é possível numa sociedade dotada de ética onde a grande maioria dos seres humanos tem uma consciência planetária suficiente para “pensar no bem de todos”, que foi precisamente o resultado esperado da oitava onda.
Calleman indica também que grande parte dos fundamentos da civilização moderna, foram criados sobre as ondas nacionais e planetárias e, portanto, de acordo com seu quadro de consciência (o patriarcado, a dominação, o materialismo, …). Todas estas estruturas herdadas do passado (estruturas económicas, religiosas, sociais e políticas) serão abaladas, ou entrarão em colapso por não serem compatíveis com o quadro de consciência da unidade da nona onda. Este fenómeno já está em andamento. De acordo com Calleman: “Para os co-criadores, será desnecessário responder a eventos externos. A intenção deverá ser focada para dentro afim de recriar o seu ser interior para estar de acordo com as novas energias.”
El Castillo, pirâmide de Kukulkan, Chichen Itza

Templo do Jaguar, Tikal

Para quem achar este tempo estranho, tal como eu,… para quem tiver uma sensação de desapego de valores antigos que agora parecem não fazer qualquer sentido,… uma visão distorcida de um futuro moldado com dogmas antigos, como que se não conseguíssemos fazer planos,…
Talvez aqui esteja uma explicação…

Fontes: www.calleman.com,
Textos tirados de: http://www.provafinal.net/?p=1799




2 páginas de um livro Maia (a descodificação dessa escrita é muito recente), oficialmente só existem 4 no Mundo, dizem que todos os outros milhares deles foram destruídos pelos conquistadores, mas penso que algum deles devem estar escondidos na biblioteca do Vaticano ou assim…, pois são demasiadamente importantes! Vamos saber em breve.

O Calendário Maia prevê um calendário exato para o Plano Cósmico e os desdobramentos de todas as coisas que entram em existência.Existe agora ampla evidência empírica para o presente, algo que brilha nova luz sobre as antigas perguntas da humanidade.
Coisas para fazer existir uma razão. A razão é que eles se inserem no plano divino cósmico.
Para aqueles que seriamente em contratar um estudo sobre o calendário maia presente e logo se torna evidente a antiga visão do mundo materialista perde todo relevância. Maia.
A Agenda é um portal para os mundos da consciência que a maioria da humanidade tem sido cegos para através da utilização de falsos calendários.
… O que ele diz é que passo a passo, haverá uma mudança de consciência no atual Mundo Galáctico que, até 28 de outubro de 2011, fará um Iluminismo afirmam que é cada vez mais facilmente alcançados. ”
- Carl Johan Calleman

Mensagem de despertar-2012:
Procure tudo o que puder ver sobre Carl Calleman e Ian Lungold, penso que é a melhor interpretação do calendário Maia, deve ser estudado, abra os olhos e veja como o Mundo está a mudar, cada vez mais depressa, isto tem uma lógica de certeza, e Calleman descobriu essa lógica, infelizmente ainda é pouco conhecida.
Infelizmente, não há quase nada em PT sobre este tema, para quem conhece outras línguas, existe bastantes coisas em Inglês, Francês, Espanhol… Procure no Google ou Youtube, é importante para conhecermos melhor o que está a acontecer e estarmos preparados para uma nova maneira de viver! A verdadeira, e para isto, muitas mudanças devem acontecer!
O Vosso Amigo de Sempre.

Extraído de: http://www.despertar-2012.net/?p=3554

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 A Convergência Cósmica (23-26/Setembro)


O mundo que conhecemos está entrando agora em um período de caos intensificado que foi predito por muitas profecias antigas incluindo cristãs, hopis, maias e islâmicas. Não haverá retorno á “normalidade”. Nosso mundo baseado em ordens hierárquicas e princípios de dualidade estão em processo de mudança. As profecias também apontam ao possível nascimento de um mundo novo para seguir do presente baseado na transformação de uma parte significativa da humanidade. Tal transformação de qualquer modo não acontecerá automaticamente.

Cada um de nós tem livre arbítrio. Esta transformação terá de ser baseada na responsabilidade pessoal e no comprometimento em ser parte de um movimento para um novo modo de ser: consciência unificada. Essa é a premissa por trás do evento chamado Convergência Cósmica a ser celebrado mundialmente de 23 a 26 de Setembro de 2011 por qualquer um que escolha fazê-lo individualmente ou em grupos grandes ou pequenos. Está aberto a todos não importando etnia, religião, nacionalidade e sexo.

A escolha da ocasião para este evento é baseada em dois fenômenos convergentes de natureza cósmica. Uma delas é que o calendário maia é uma grande oportunidade para fazer-se um comprometimento ao novo modo de ser baseado na consciência unificada. Isso pode ser visto como um passaporte para o novo mundo de 2012. Outro é a coincidência com a passagem do cometa Elenin entre a terra e o sol. As interpretações da significância desse cometa diferem-se largamente e só é garantido que ele dará à humanidade uma experiência mais avançada de sua origem cósmica.

Participantes e organizadores da Convergência Cósmica podem criar eventos de acordo com suas próprias idéias contanto que elas sejam baseadas no comprometimento em ser parte da mudança para a uma consciência unificada. É pedido aos participantes que façam duas declarações expressando esse comprometimento:

1) Deixaremos nossas vidas serem consistentemente guiadas pelo Divino em vez de nossos egos.

2) Abdicamos do nosso direito de responder com negatividade a negatividade em outros ou responder com violência a violência de outros.

Com base nas declarações muitas praticas diferentes, como orações e meditações, poderão ser desenvolvidas para esse evento, mas é importante que as conseqüências mais distantes dessas declarações sejam reconhecidas e exploradas em profundidade por aqueles que escolherem fazê-las. Não importa o que aconteça no mundo exterior até essa data o cosmo está no convidando a tomar nossa posição para uma mudança radical do mundo, começando por nós mesmos.

Ou como Mahatma Gandhi disse: Seja a mudança que queres ver no mundo!

Por favor, ajude o movimento a se realizar e a encorajar todos no planeta a tomar parte em uma solene, porém alegre expressão da escolha pela transformação do nosso mundo. Ajude a espalhar a palavra de todas as formas possíveis. Facilite reuniões grandes, ou mais apropriadamente, pequenas onde possamos perguntas dentro de nós mesmos se queremos fazer tal comprometimento sério em nos transformar ajudando o nascimento de um novo mundo.

Extraído de: http://mayanninthwave.com/2011/08/30/a-convergencia-cosmica-23-26se...

Os glifos escrita da Linguagem da Luz neste vídeo referem-se à convergência cósmica: um grande evento galáctico que está prestes a ter lugar no nosso mundo.
Créditos: canal de enviado em 10/09/2011
Music by www.freesound.org "Jobro"

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Outra coisa que sabemos sobre a onda de Nona, e sua noite de sexta e sétimo dia em particular, é que traz uma mudança de polaridade, a consciência da unidade como é ilustrado na figura 1. O Elenin pode então também ser visto como um mensageiro da finalidade desta mudança. Hoje, muitas vezes ouvimos a idéia de uma mudança de pólo iminente, que remonta a psicologia como Helena Blavatsky e Edgar Cayce. No entanto, a maioria, senão todos, os geocientistas profissionais argumentam que não há razão para esperar uma mudança de pólo em um futuro próximo. Mais provável, então, uma vez que Blavatsky e Cayce não estavam familiarizados com o tipo de alterações de polaridade que as ondas diferentes do calendário maia trazem, e não tinha linguagem para descrevê-los, eles simplesmente confundiram essas mudanças para uma mudança de pólo eletromagnético da Terra. Em favor de tal interpretação é, por exemplo, que Cayce previu que ele chamou de "inversão dos pólos" para o ano de 2000. Este, como sabemos agora que não aconteceu, mas o que ocorreu foi uma mudança de polaridade de consciência como a onda Oitava do calendário maia que foi ativado em 1999 e provavelmente é isso que ele viu em seu estado de transe e confundiu com um deslocamento do pólo .


Momento da ativação

(Fig. 1) polaridades diferentes de consciência criada pelas cinco maiores ondas do calendário maia.

Mudanças na consciência de polaridade acontecem em sincronia em vários níveis diferentes do universo - cósmico, galáctico, heliosférica, planetários e humanos - nos momentos de pontos de mudança no calendário maia. A onda Nona que estamos atualmente realiza a mudança de polaridade que cria a consciência da unidade. Depois, temos que perguntar o que estamos a fazer, se alguma coisa, se nós, como indivíduos queremos fazer parte desta mudança de polaridade e remover todos os filtros escuros de nossas mentes. Afinal, só temos o poder direto para transformar a nós mesmos e depois esperar que ele se espalha ao longo das linhas do líder indiano Mahatma grande e sábio Gandhi, que disse: ". Seja a mudança que você quer ver no mundo"

O que, mais especificamente isto implica para a Convergência Cósmica?
A regra geral das ondas calendário Maia é que a sua noite e dia as energias se relacionam entre si como a preparação interior para manifestação exterior. Isso pode ser especialmente verdadeiro quando se trata do último par de tais energias no esquema de criação inteira, a sexta noite e o sétimo dia da nona onda de partida 23 de setembro e 11 de outubro, respectivamente. Esta alternância entre as energias significaria que, na sexta noite deve prestar-se favoravelmente ao trabalho interno, como oração, contemplação ou meditação, enquanto que o sétimo dia se presta melhor para cerimônias globais, que exteriorizam as mudanças internas que foram trazidas na sexta noite. Cerimônias e rituais em um contexto sagrado são ferramentas poderosas para exteriorizar o rearranjo da nossa paisagem interior.
A nona onda

(Fig.2)
Este diagrama indica o movimento da "onda" de energias que pertencem à nona onda e as datas relacionadas a respeito de quando estes entram em jogo. As relações da Honda cometas e Elenin aos Sete dias e seis noites da
Nona Onda do calendário maia. A onda é formar o cometa a distância mais próxima da Terra.
B mostra o tempo de passagem de Elenin entre o sol e a terra, e C é a sua distância mais próxima à Terra.
No ponto B na figura 2, assim, eu sinto que os sinais do cometa Elenin para nós é que devemos entregar ao nosso ego abrangendo toda a inteligência cósmica e também que esta é a nossa última chance de ser parte da mudança de polaridade à consciência da unidade, ou nós como, Unidade ou Consciência Divina.
Este também será um teste da integridade dos líderes evolutivos de hoje, para não mencionar "2012 especialistas". Elenin é um chamado final de despertamento que será ouvido também por muitos que não sabem nada sobre o calendário Maia ou como este expressa o divino plano. Afinal, a sexta noite é a energia passada, quando podemos voltar para dentro para se preparar para a mudança de polaridade que a onda está trazendo. Com o sétimo dia inicia a nova polaridade é travada na posição e gera sua manifestação final.

Esta finalidade é, em parte porque a Convergência Cósmica de 23-26 setembro de 2011 é diferente de eventos anteriores, como a Convergência Consciente de 17-18 julho de 2010, que também definiram a intenção de manifestar a consciência da unidade. Na convergência Cósmica também será necessário fazer um esforço para ver esta intenção manifestada. Este é um momento para se conectar com a introspecção, divina e busca da alma. A conexão com o divino pode ser realizada por orações intensas ou por outras práticas espirituais. Para ficar alinhado com o plano cósmico e ser parte de sua mudança de polaridade na consciência Eu, então, também gostaria de sugerir que os seguintes compromissos se tornam a base da Convergência Cósmica:
1 / Comprometendo-se a deixar consistentemente a orientação Divina ao invés de nossos egos decidir nossas ações e na direção de nossas vidas.
2 / Declarando a nossa independência do lado escuro incluindo a entrega o direito de usar o lado negro para lutar contra o lado negro em outros. http://www.youtube.com/user/forunity#p/u/2/pkVHYQFL2Xk (Na minha própria compreensão do lado escuro não é algum tipo de força a escuridão eterna, mas qualquer coisa que os resultados forma os filtros mais escuros das ondas menores, como pode ser observado na Figura 1)

A Convergência Cósmica é, portanto, fundamentalmente sobre certificando-se de que nós mesmos como indivíduos somos a mudança que queremos ver no mundo. Isto pode ser muito desconfortável se temos muito do nosso passado não transformados.

É então claramente não sobre colocar a culpa para o estado dos acontecimentos em nosso planeta em outras pessoas ou forças. Trata-se de assumir a responsabilidade pessoal. Acho que aqui precisamos ir fundo em nós mesmos e ver onde nós, como indivíduos, contribuímos para ferir os outros ou a natureza do nosso planeta. Nós nos tornamos muito habituados a reclamar sobre a violência e as guerras no mundo ou as ameaças ao seu estado natural. No entanto, é uma coisa a reclamar, enquanto secretamente culpar os outros, ou simplesmente "o modo como as coisas são" é algo totalmente diferente para nos vermos, como indivíduos que fizeram as escolhas que têm contribuído para a deterioração global.

A idéia aqui é para ver e reconhecer tais situações e escolhas em nossas vidas e ainda assim não ficar presos na culpa, mas sim encontrar um caminho para a cura através de um caminho de ação corretiva. Uma vez que geralmente temos suprimido a responsabilidade pessoal para o curso dos acontecimentos no planeta e que podemos realmente ter de rezar para ser lembrado de tais casos no passado. Portanto, se realmente queremos criar uma mudança de polaridade em nós mesmos e assim, por exemplo, estamos dispostos a abraçar os compromissos acima, é uma conseqüência natural que fazemos à alma sendo necessária relembrar e reconhecermos como podemos não ter conseguido viver até estes compromissos no passado. Se não fizermos, os aspectos dos filtros escuros continuarão a nos dominar e a mudança de polaridade não será total.

A Convergência Cósmica é, portanto, sobre os participantes a assumirem a responsabilidade para a transformação em unidade de consciência e fazê-la de forma comprometida. Aceitarmos isto pode ser tarefas difíceis, mas, novamente, se não estamos para trazer essa mudança para a consciência da unidade em nós mesmos, quem o fará? Assim, a convergência cósmica é realmente sobre o fornecimento de uma oportunidade para nós, pelo menos, a comprometer-se irreversivelmente a trazer uma mudança na polaridade à consciência em nós mesmos. Embora possa ser difícil imediatamente viver de acordo com esse compromisso se for levado a sério terão conseqüências poderosas.

Do lado do benefício uma coisa a ponderar é que, a fim de receber a orientação adequada para o novo mundo ser possível, tal compromisso profundo com a consciência da unidade é de fato necessário.

Na minha parte eu vou por ocasião deste evento estar participando de um festival de paz na França, juntamente com Maia e anciãos Hopi (http://www.lothlorienfestival.com/EN ) onde iremos meditar em torno dele. Devido à natureza do trabalho interior necessário eu sinto que a Convergência Cósmica pode igualmente ser observada individualmente ou, idealmente, em pequenos grupos que fornecem um ambiente seguro para o compartilhamento. Eu recomendo que nós processemos o nosso passado e nós mesmos no momento presente, em um ar de cura introspecção, e desenho de ação corretiva sobre a energia coletiva da observância da Convergência Cósmica ao redor do globo.

Um componente comum em que pode ser o relâmpago de velas acesas como uma encenação sagrada desses compromissos. Os Grupos participantes e os indivíduos na Convergência Cósmica podem, obviamente, escolherem suas próprias expressões, mas o compromisso com a transformação a consciência da unidade deve ser o denominador comum. Na convergência Cósmica é para nós a render-se ao que será exigido de nós.

Para fazer jus ao nosso compromisso A presença do cometa Elenin dará uma conexão natural com a dimensão cósmica neste evento e, ao mesmo tempo acrescentará à nossa experiência de um destino comum da humanidade. Será neste contexto de grande escala que precisamos para fazer o compromisso de ser parte da mudança de polaridade a consciência da unidade. Toda pessoa faz uma grande diferença ao espalhar a luz e a esperança para aqueles ao seu redor. Isso pode ser tanto mais necessário se de fato os tempos serão um desafio para nosso conforto.
A Convergência Cósmica, 23-26 setembro de 2011 é entendida como um evento solene e humilde permitindo que as pessoas de consciência da unidade se conectem em um nível muito profundo onde quer que estejam no nosso planeta.
Eu sinto que esta é realmente a última chance da humanidade e que o dia do julgamento está aqui. Eu sinto que um compromisso com a mudança de polaridade a consciência da unidade não é apenas um passaporte para o novo mundo para nascer, mas também a única esperança para o mundo para sobreviver.
Os filtros escuros foram dominantes na humanidade por milênios e não fornecem nenhuma saída. Se os seres humanos não fazem tal compromisso realmente não têm nenhuma razão para esperar que o mundo vá sobreviver. Eu, portanto, quero encorajar todos a fazerem o possível para espalhar esta mensagem e encorajar outros a fazer solenemente um compromisso com a mudança para a consciência da unidade.
Nós somos os únicos que temos estado à espera. E é inteiramente até nós. Se estivermos olhando para ver a nossa grandeza, devemos vê-la não na negação, ou a todo o custo evitar qualquer coisa que possa causar medo, mas na coragem de enfrentar diretamente o que temos feito a esta criação como ela se manifesta na terra. A Nona Onda realmente traz uma mudança de campo no nível cósmico para que nos tornemos parte, mas isso não vai acontecer sem um compromisso sério e profundo do coração de nossas almas.

Carl Johan Calleman
31 de julho de 2011 (2 Chuen)
Primeiro dia do Quinto dia da onda Nona
http://www.calleman.com/



Ian Xel Lungold
Publicado por Andrea em Portal dos Anjos e Estrelas de Avalon