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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A AGONIA DA TERRA




Cá entre nós; cada um já está vivendo seu final dos tempos e Armagedom; tanto no pessoal quanto em grupo; pois somos adeptos da criancice no uso da liberdade.

Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!

Como se pudéssemos nos isolar no nosso mundo: Eu sou mais eu! Tão bem representado pelas células cancerosas – nossa cara cósmica.
Quando nos interessa, em determinados momentos, nós costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória.

Estamos chegando perto dos 7 bilhões de exterminadores do futuro do planeta em 3D – a questão: Até que ponto Gaia vai suportar essa turma? – Será preciso que haja morte em massa?

Nosso assunto é discutir essa questão, dentro do contexto da interatividade planetária; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente. O momento é de revisar o hipócrita e interesseiro conceito de sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável.

Provavelmente os primeiros a serem descartados serão os da turma da mornitude; a cambada do nada a ver; vida diet, light, etc. – Os que não querem escolher de forma clara; para não se comprometer. Para o bem de todos; alguém precisa avisá-los que:
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.

Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.

Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências – em todos os sentidos possíveis da vida: pessoal, familiar, política, etc. Essa atitude é típica do eleitor brasileiro que adora privilégios ao invés de exercer direitos.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.

Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.

Caros amigos; é disso que devemos falar em todos os lugares
De liberdade e de escolhas.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.

Será que a Terra vai suportar essa geração antiga que volta em massa durante muito tempo?
Talvez algumas partes do planeta estejam necessitando ir para o fundo dos novos oceanos; descansar durante alguns milênios.

Fica a pergunta:
Qual foi e está sendo minha participação na agonia da Terra?
Mereço continuar aqui?
Quero?
Devo ser despejado como lixo cósmico reciclável (claro) em algum depósito universal?

Sou um “consumidor” dos recursos do planeta?
Escondido atrás dos rótulos de sustentabilidade?

A agonia da Terra é a nossa própria agonia autosustentável.

Namastê.
Fonte ;  xepacosmica.blogspot.com.b

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Doe-se! Gratidão!


Tem gente que se doa sem perceber, tem gente que percebe que doa e que esta sensação traz alegria e tem gente que não se doa por medo. “Emprestar” seu ouvido ou ombro é tão valioso como doar um rim ou sangue… basta deixar seu coração sentir o que o seu próximo necessita no momento.
Paulo Roberto Gaefke fala sobre este ponto no texto abaixo. Espero que apreciem!
“Ninguém perde tempo quando ajuda outro alguém!
Pode ser com uma palavra de conforto,
um abraço no silêncio da emoção mais forte.
Pode ser um sorriso que alegra,
ou chorar junto em momento de pura tristeza.

Ajudar quem a gente gosta é maravilhoso,
ajudar os desconhecidos é fantástico,
e ajudar quem a gente não gosta, é divino!

Por isso, antes de ficar parado olhando o tempo,
esperando a mega-sena que nunca chega,
vá fazendo o que é possível,
o que está no seu alcance.
Antes de querer salvar o mundo, salve a sua casa,
salve seu cachorro, salve seu gatinho…
Doe aquilo que não vai lhe fazer falta:
doe amor!
É simples, barato e quanto mais você doa,
mais recebe de volta!
Este é o verdadeiro significado da lição que o Mestre Jesus deixou:
- É dando que se recebe!
Doe-se!
Pode ser na gentileza no ônibus,
ao ceder o seu lugar para outra pessoa.
Na escola, ao fazer silêncio e colaborar com a aula.
No trabalho, ao cumprir seu horário com dedicação.
O doar-se é fazer algo a mais, é colocar o seu toque.
Que o seu toque seja generoso, bom de se lembrar,
que as pessoas quando pensarem em você,
lembrem-se de alguém “especial”.
Porque talvez você não saiba,
mas é uma pessoa especial.
Talvez, falte apenas uma oportunidade de demonstrar-se,
de exibir essas qualidades que andam escondidas.
Doe-se!
Ainda que seja no silencio da cadeira da doação de sangue,
no corredor escuro das celas da prisão,
no leito do hospital aos pés do desconhecido,
na oração fraterna que sai dos seus lábios,
e alcança Deus, que na sua infinita misericórdia,
derrama agora, sobre todos nós,
a sua paz!
Que esta paz o alcance agora…
Eu acredito em você!”

Eu também acredito em você, em mim, em nós!
Um Salve à Vida!!!
Beth Michepud
Fonte :  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/

terça-feira, 7 de agosto de 2012

" Cada dia é uma bênção, e fonte de eterno recomeço…" - IDADES


O belíssimo texto de Wagner Borges nos faz refletir sobre a grandiosidade de nossas vidas, independente da idade dos nossos corpos… Nos fala sobre o que, de fato, nos faz envelhecer… E sobre o que alimenta a nossa essência espiritual…
“Existe uma velhice que ninguém nota.
E não tem nada a ver com a idade do corpo.
É um estado de consciência!
Quando permitimos pensamentos velhos e bolorentos em nossa mente, envelhecemos realmente…
E, quando deixamos as emoções estranhas tomarem conta de nossas vidas, destruímos o nosso equilíbrio e detonamos o coração.
Sim, nós envelhecemos por dentro, quando esquecemos o que somos verdadeiramente.
E nossos semblantes ficam carregados, independente da idade do corpo.
Por isso, há jovens com expressões envelhecidas; e anciões com expressão criativa e divertida, olhando a vida como crianças.
Ah, nós envelhecemos muito quando ficamos tristes e distantes de nós mesmos.
Então, precisamos mergulhar bem fundo em nós mesmos, para reconhecermos a Luz do Eterno que habita em nossos corações.
Somos consciências espirituais! Sempre fomos; sempre seremos…
Somos centelhas vivas de um Grande Amor.
No momento, estamos integrados a um corpo de argila, que nos foi emprestado pela Mãe Terra, para o nosso aprendizado e evolução.
Mas não temos idade alguma; porque somos imperecíveis e apenas entramos e saímos dos corpos transitórios.
Não nascemos, nem morremos; só entramos e saímos dos corpos que são pedacinhos vivos da Mãe Terra, que d’Ela surgem, e a Ela retornam, em seus ciclos vitais.
E nós também envelhecemos quando não tratamos bem o envoltório de argila que Ela nos empresta com tanto carinho.
E também quando agimos com ingratidão…
Ah, nós envelhecemos quando não respeitamos aos outros, à Mãe Terra, e a nós mesmos. E isso não tem nada a ver com a idade do corpo, mas com aquilo que acalentamos dentro de nossos corações.
Nós somos mais do que imaginamos. Somos a luz das estrelas na carne; descemos do Céu para dar brilho ao corpo de argila e deixarmos pegadas luminosas na pele da Mãe Terra.
Viemos de tão longe… Então, por que, às vezes, agimos de forma tão estranha e ficamos envelhecidos por dentro?
Ah, por que nos esquecemos da luz que habita em nossos corações?
Nós viemos de um Grande Amor… Então, vamos renovar nossos sonhos e disposições, que não têm idade alguma.
Cada dia é uma bênção, e fonte de eterno recomeço…
Não somos machos ou fêmeas, altos ou baixos, nem jovens ou velhos.
Somos o Eterno; o Infinito; e viemos de tão longe…
Sim, viemos trazer a luz estelar para a Mãe Terra.
Enquanto Ela nos empresta o corpo, nós lhe trazemos o brilho universal, porque somos espíritos. Somos centelhas vivas do Supremo!
Quando rimos, renovamos a expressão do rosto; e, quando amamos realmente, sem ilusões ou tolices, nossos olhos se tornam pequenos sóis.
Ah, nós somos mais do que pensamos. E viemos de tão longe…
Então, que nossos pensamentos e sentimentos sejam sempre luminosos.
Nós estamos aqui por um motivo. Mas jamais descobriremos isso pelas vias da mente racional. Nem com o passar dos anos na carne; e nem com todo conhecimento do mundo.
Porém, uma parte de nós sabe e compreende o mistério.
Sim, aquela parte que habita em nossos corações. Aquela que é a verdadeira essência espiritual. Aquela luz, que veio de tão longe… Lá do Infinito Celeste.
Por causa de um Grande Amor, que não tem idade alguma.
Essa luz somos nós mesmos. Então, vamos assumi-la. Vamos ser felizes, aqui e agora.
Ah, viemos de tão longe… Então, vamos fazer valer à pena. ”

Com Amor e Gratidão.
Paz e Luz.

Aloha
Claudia Michepud Rizzo
 Fonte ;  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/2012/08/06/idades/

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Perfeito pode ser hoje.


E, dia após dia, vivemos em busca da perfeição. Trabalhamos para alcançar nossos sonhos, atingir nossos objetivos e sermos felizes. Mas, em algum momento, reparamos que esse tal ‘dia perfeito’ não chega e as coisas que nos acontecem nunca são, exatamente, da maneira como planejamos.
E é nesse ponto que é possível diferenciar as pessoas que levam suas vidas com serenidade e leveza, daquelas que se encontram mergulhadas em ansiedade, culpas e cobranças. Cabe a nós desenvolver a habilidade de aceitar as surpresas do destino e de compreender que cada pequena conquista é um passo adiante para a auto-realização. Nem sempre é fácil constatar que a rotina que pensamos controlar não se concretiza e a dificuldade está, justamente, no fato de acreditarmos que temos algum controle sobre as pessoas ou fatos.
Não afirmo aqui que devemos deixar o barco seguir à deriva.
Devemos, sim, saber aonde queremos ir e quais bagagens desejamos carregar. O que nos é importante, o que nos faz feliz, nossos sonhos e metas devem estar claros, porém, é preciso que a ação e a vontade andem ao lado da confiança, em uma sabedoria maior, que nos leva por caminhos que, à princípio, optaríamos por não trilhar (por medo, insegurança ou comodismo).
Incomum é encontrar pessoas que assumem suas vontades e são capazes de ouvir o que pedem seus corações.
Incomum é ver gente capaz de bancar seus atos e encontrar, em cada conquista e a cada novo dia, um motivo para sorrir.
Com a clareza que já temos, é nosso dever sair da mediocridade e da massa que ‘deixa a vida levar’. A vida leva, sem dúvida, mas quando ficamos à mercê do destino, podemos não chegar ao ponto desejado.
Não espere a perfeição apenas no final da jornada. Compreenda que perfeito pode ser o hoje, se você se permitir aproximar-se da sua capacidade de ser feliz e enxergar novas possibilidades diante dos cenários que se apresentam diante de você.
Ansiar por resoluções, projetar hipóteses e ficar imaginando resultados apenas nos desgastará energeticamente, em um período de tempo onde poderíamos desfrutar de uma conversa com um amigo, das belezas de um caminho ou simplesmente de nossa própria companhia.
Perfeito pode ser hoje, lembre-se disso. A escolha é somente sua.
Amor, luz e consciência. Sempre.
Cíntia Michepud
Fonte :  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Olhar para dentro! Ismael de Almeida


Ismael de Almeida
O ser humano vive na periferia das coisas, observa o exterior, analisa a superfície, e enxerga sempre o reflexo da realidade, nunca discerne o ser verdadeiro, o centro de força interior que é a própria vida inteligente.
Tudo que é visto e perceptível guarda dentro de si um comando interno, que alguns chamam de alma, espírito, ou um centro de energia que dirige. A Ciência Oculta afirma que tudo que existe tem alma, desde o átomo químico até o Universo. A matéria só existe porque tem a vida que a anima. Para a Sabedoria Eterna não há matéria inorgânica, tudo é regida por um centro de força, uma inteligência que pode ser rudimentar ou grandiosa.
O cosmos não é oriundo de forças cegas, e o ACASO, é apenas o desconhecimento das leis que regem o Universo.
O homem deveria, mesmo que ocasionalmente observar o seu interior, e se o fizesse em profundidade, veria que há no seu íntimo A FONTE DA VIDA, que flui torrentes de luz, CHISPA silenciosa, que nenhuma convulsão exterior pode estremecer;  NÚCLEO DE PODER. AMOR E INTELIGÊNCIA, imorredouro e eterno, sem começo nem fim, ainda desconhecido porque o homem só conhece a periferia da matéria densa, desconhece a si mesmo!
O homem deveria observar o seu mundo interno, olhar para dentro de si mesmo, e observar o que se passa no seu íntimo, analisar a sua natureza, a razão dos acontecimentos, o significado da dor, muitas vezes, o inesperado que vem como um vendaval, o abismo do nada, as enfermidades que o afligem, a desilusão, o sentido da existência...
O cético desdenha a vida interior, endeusa a matéria, cria para si mesmo um mundo de ilusão, e um leito de lama onde deverá purgar os seus delitos, esquecido de que o Cosmos é um organismo vivo, inteligente, progressivo e coerente.
O ateu diz graças a Deus sou ateu, desdenha a perfeição de seu organismo, onde uma inteligência instintiva ordena e comanda, mantendo pela cooperação e harmonia das células orgânicas, uma fisiologia perfeita, onde a vida se enquadra dirigida por um objetivo desconhecido, porém ordeiro e benéfico.
O organismo cósmico não pode ter nascido do nada, guiado por forças cegas de um ACASO inexplicável pela razão.
O homem incapaz de entender a si mesmo, incapaz de decifrar os mistérios do Infinito, reduz tudo a NEGRA ESCURIDÃO, ou ao desconhecido.
Nem ao menos pode saber o que está além do limite do Universo, o ESPAÇO NÃO SE PASSA CÓSMICO!...
Nenhuma explicação, nenhum conhecimento, pode vir do mundo exterior, mas quando vem, é pelo caminho intuitivo, a FALA DO INVISIVEL!
Fonte  http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blogs/olhar-para-dentro

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Qual é a “área” da sua vida que está mal resolvida?


Hoje proponho uma reflexão sobre os movimentos que devemos fazer para sairmos das zonas de ‘desconforto’ que criamos em nossas vidas.
É preciso que adotemos atitudes diferentes se quisermos resultados diferentes… Não dá para fazermos sempre a mesma coisa e esperarmos que a vida mude…
O texto de Roberto Shinyashiki nos auxilia nessa reflexão.
Boa leitura!
“Cada um de nós tem uma área da vida que necessita ser cuidada com mais atenção. Se alguma parte de sua vida anda aborrecida e sem sal, é sinal de que precisa ser mais bem cuidada.
Fique atento ao sinal de alerta da mudança: ele toca sempre que substituímos a alegria de viver pela preocupação. E a fluidez pela tensão. Nesses momentos você tem de tirar o barco do porto e colocá-lo no mar, rumo a um novo mundo.
É claro que ninguém pode comprar a alegria de viver na padaria da esquina. Temos de aprender a conquistá-la. As lições estão dentro de nós. Precisamos ser professores e alunos de nós mesmos.
Na Índia, os mestres dizem que a diferença entre alguém que está com câncer e alguém com dor de cabeça depende da intensidade da aula de que a pessoa está precisando. Na vida, quanto mais teimoso for o aluno, mais as aulas serão dolorosas. Quanto menos o aluno aprender, mais a vida vai bater pesado para que acorde e aprenda.
A escola da vida funciona assim. Se a pessoa está insatisfeita e fica em casa reclamando da sina, em vez de tentar mudá-la, vai se tornar cada vez mais angustiada, arrumar uma úlcera ou uma depressão. Ela tem a ilusão de se acostumar com a dor, mas o pior é que a dor não para de aumentar. A alegria de viver fica tão inacessível quanto o pico do Everest.
Negar uma necessidade nunca foi boa solução. O problema vai continuar até a pessoa se convencer de que precisa sair daquela situação e começar algo novo. Essa é a lição que está fazendo falta. Quando nos recusamos a aprendê-la, o problema se agrava.
Muitas vezes, as pessoas insistem em comportamentos que dão resultados negativos e depois reclamam. Não percebem que reclamar é inútil e que a única saída é analisar a situação e buscar solucioná-la. Fazer as mesmas coisas e esperar que os resultados mudem é acumular sofrimento. Isso nos deixa amargos.
Na vida, nós somos problema ou solução. Se formos parte do problema, ninguém vai gostar de ficar ao nosso lado. Se formos solução, conseguiremos fazer com que os outros tenham vontade de estar conosco e nos ajudar.
O psicanalista americano Erick Ericsson disse que, por volta dos 50 anos, as pessoas se encontram numa encruzilhada existencial, entre a amargura e a sabedoria. Aquelas que aprenderam a viver, conquistam a maturidade.
Quem aprendeu a simplificar a vida desfruta cada dia com alegria.
Quem só aprendeu a reclamar de tudo, terá de aguentar o peso da vida por mais algum tempo.”

Aloha
Claudia Michepud Rizzo
Fonte  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/2012/07/06/qual-e-a-area-da-sua-vida-que-esta-mal-resolvida/

domingo, 24 de junho de 2012

INVERNO, HORA DE ENCONTRAR SEU MUNDO INTERNO


Estação mais fria do ano sugere momento de quietude e introspecção
Em artigos anteriores, já falamos sobre o que as estações do ano podem nos ensinar se estivermos dispostos a aprender as lições da natureza! Conversamos sobre como a primavera pode nos convidar ao florescer de novos tempos, o verão a despertar nossa energia, e no outono podemos aprender mais sobre o desapego e a renovação. Agora vem chegando a estação mais fria do ano, na qual nos refugiamos e buscamos o aconchego do ambiente interno.
O solstício de inverno demarca a temporada em que as noites são mais longas que os dias, ou seja, estamos mais tempo na escuridão e no recolhimento. Em nosso país essa estação não é tão demarcada em todas as regiões, visto que estamos aqui embaixo nos trópicos. Não temos neve, só um friozinho mais suave!
De qualquer maneira, observando os ciclos da natureza muito se pode aprender e muitas metáforas podemos trazer para nosso crescimento. Observar esses ciclos nos devolve à condição que muitas vezes esquecemos: somos seres que fazem parte da natureza!
Antes do inverno, veio o outono - que podemos pensar como sendo aquela estação da alma, onde somos convidados a desapegar de velhas ideias, atitudes, hábitos e relações que não eram saudáveis. Após o desapego, é natural chegar um período de introspecção, até para avaliar os ciclos passados, pesar o que se foi e o que ficou, não é verdade? As noites mais longas do inverno podem também servir de metáfora para momentos em que entramos mais em contato com a nossa sombra, ou seja, nossos aspectos escondidos, guardados a sete chaves, mas que podem revelar incríveis potenciais se perdermos o medo de encará-los de frente. O inverno pode representar os momentos de nossas vidas em que precisamos diminuir o ritmo para ouvir nosso mundo interno. "O inverno pode representar os momentos de nossas vidas em que precisamos diminuir o ritmo para ouvir nosso mundo interno. "
Época pede mais recolhimento
Na natureza, o inverno é um tempo de aparente morte. As árvores sem folhas, com galhos congelados, os animais escondidos em suas tocas, poucos sons, pouca luz. Porém, por trás dessa aparente morte, está a vida latente. As árvores perderam as folhas justamente para sobreviverem ao frio rigoroso e voltarem viçosas na próxima estação. O urso parece destinado ao derradeiro sono eterno. No entanto, está apenas hibernando, concentrando toda a sua energia para despertar em breve no clima mais favorável. O inverno pode nos trazer a imagem daqueles momentos na vida em que tudo parece inerte para quem está de fora, mas por dentro sentimos que é a quietude e a introspecção necessárias, que antecedem importantes movimentos na vida.
Estar aberto ao inverno é oportunidade maravilhosa de se conectar com o ciclo vida-morte-vida que rege tudo na natureza. Essa é a dança linda da vida, que nos assusta muitas vezes, mas que devia mesmo nos acalentar: essa é a certeza que temos, de que tudo se renova sempre!
Os tempos de inverno da vida nos parecem duros demais, mas se aceitarmos a dança, se aceitarmos que são períodos que podem nos ensinar muito e que podemos nos recolher para gerar energia, aí acontece o mais bonito e maravilhoso milagre da vida: depois do inverno, vem a primavera. Sempre! O desafio é aceitar o ritmo presente, aproveitar o melhor que ele tem a oferecer, aprender com o frio e a noite, assumir nossas faces integralmente, perceber a beleza de estar no aqui e agora e, em breve, tudo se renova, porque decidimos nos abrir à mudança!
Fonte: www.personare.com.br
fonte http://www.luzdaserra.com.br/2212/inverno-hora-de-encontrar-seu-mundo-interno/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lição de um coração infantil . Alegria sempre!




Foi ao visitar o hospital que o menino conheceu a garota doente.  Ao entrar, ele teve uma vaga impressão de tristeza.
Achou estranho. Afinal, o médico lhe mostrou um grande armário com pílulas contra tosse, pomada amarela contra bolhas, pó branco contra febre.
Mostrou-lhe a sala onde se podia olhar através do corpo de uma pessoa como através de uma janela, para ver onde a doença se escondeu. Mostrou-lhe outra com espelho, onde se operavam tantas coisas que ameaçavam a vida.
Estranho, pensava o garoto. Se aqui impedem o mal de ir adiante, tudo devia parecer alegre e feliz. Por que estou sentindo tanta tristeza?
O médico lhe explicou como a doença insistia em entrar no corpo das pessoas. Que havia mil espécies de doenças, que usavam máscaras para que não pudessem ser reconhecidas e como era difícil manter a saúde.
Explicou ainda que era preciso estudar muito para desmascarar, desanimar a doença, colocá-la para fora e atrair a saúde, impedindo-a de fugir.
No entanto, quando entrou no quarto da doentinha, ele a achou muito bonita, mas pálida. Os cabelos se esparramavam pelo travesseiro.
Ela lhe disse que não podia andar. Também não tinha muita importância porque ela não tinha lugar nenhum para ir.
Roberto lhe falou do jardim, cheio de flores, que ele tinha em sua casa. Ela pareceu se animar um pouco e respondeu que se tivesse um jardim, talvez sentisse vontade de sarar, para passear entre as flores.
Enquanto ela continuava desfilando sua tristeza, contando das pílulas e injeções que devia tomar todos os dias e dos exercícios que precisava fazer, Roberto pensava: Para esta menina sarar, é preciso que ela deseje ver o dia seguinte.
Se ela tivesse uma flor, com sua maneira toda especial de se abrir, de improvisar surpresas, talvez quisesse sarar. Uma flor que cresce é uma verdadeira adivinhação que recomeça cada manhã. Um dia ela entreabre um botão, num outro desfralda uma folha mais verde que uma rã, num outro desenrola uma pétala.
Talvez esta menina esqueça a doença, esperando cada dia uma surpresa.
Roberto afirmou que ela iria sarar e desejou ardentemente isto.
Depois foi providenciar flores, diversas flores e as colocou sobre a mesa, perto da janela, aos pés da cama.
Trouxe uma esplêndida rosa, que parecia ir lentamente abrindo suas pétalas como se estivesse envergonhada ou talvez quisesse guardar a surpresa para o dia seguinte.
Então, a menina que somente ficava olhando o teto e contando os buraquinhos da madeira, contemplou as flores e sorriu.
Naquela noite mesmo a tristeza saiu pela janela e a menina começou a  mover as pernas.
*   *   *
A Medicina não pode quase nada contra um coração muito triste.
Para se curar dos males físicos é preciso ter vontade de viver.
Todo bom médico sabe disso. E sabe também que para travar a luta ininterrupta contra a doença, preservando a saúde, é preciso ver nos pacientes seus irmãos.
Em síntese, é necessário amar muito as criaturas. Só assim ele tem condições de detectar as doenças e restabelecer a saúde dos seus pacientes.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 11, do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio.

Em 17.05.2012
 fonte :  http://www.momento.com.br/pt/momento.php
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sábado, 28 de abril de 2012

Quando fala o coração… Ser feliz é…

Ser feliz é…
 Augusto Cury
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. 
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. 
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos mas encontrar alegria no anonimato. 
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. 
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. 
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. 
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem. 
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer, “me perdoe”
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”. 
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz. 
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. 
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. 
E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. 
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. 
E descobrirá que… 
Ser feliz não é ter uma vida perfeita…
… Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. 
FONTE  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/2012/04/28/quando-fala-o-coracao-ser-feliz-e/

domingo, 22 de abril de 2012

Aceitação... um pouco mais...sinto muito....eu te amo....me perdoa....sou grata

Aceitação... um pouco mais...  

:: Rubia A. Dantés ::

Como disse, a Aceitação está na ordem do dia para mim, e cada vez fica mais claro a importância de aceitarmos a nossa realidade como ela se apresenta e, a partir daí, fazermos as mudanças que nos indicam o coração, mas se não aceitamos a nossa realidade, não podemos mudar... e a resistência nos leva a perder muito tempo e energia.

Foi nessa energia que, no sábado passado, me dirigia para A Tenda da Lua... um espaço acolhedor e mágico que uma amiga muito especial e querida, vem construindo ao longo de muitos anos... nessa e em outras realidades...e lá é tudo tão encantado que a gente sente nitidamente que está em um Espaço Sagrado. Me dirigia para lá para dar a vivência da "Aceitação" quando me veio a imagem de um copo caindo e se quebrando e uma voz me falando que, quando a gente não aceita a nossa realidade, seria como se a gente não limpasse aqueles caquinhos do copo e todo dia machucasse o pé em um deles...
Fiquei pensando sobre aquilo e dei asas à imaginação...

Pensei em uma pessoa qualquer que tem um copo antigo, que gosta muito dele... e é muito apegada a esse copo em especial porque ele foi de uma avó que ela ama muito...
Um dia ela vai limpar o armário onde está o copo, e faz um movimento com o braço e... sem querer esbarra no copo... que cai e se espatifa em muitos pedaços, tantos que nem dá para passar pela sua cabeça a idéia de colá-los... Ela fica muito triste e não aceita aquele acontecimento e, abatida, começa a se lamentar, pensando que se não tivesse feito tal movimento com o braço não esbarraria no copo... enfim... não aceita a situação... Não aceita o fato que o copo está quebrado...
Essa não aceitação seria como se ela deixasse os caquinhos no chão e todos os dias machucasse o pé ao pisar em um deles.

Com essa história na cabeça, chego na Tenda da Lua e a minha amiga deixa um copo cair e quebrar... Claro que ela imediatamente apanhou os cacos e jogou fora... mas a sincronicidade me fez aprofundar ainda mais nesse processo da aceitação.

Muitas vezes, a gente nem percebe onde está se deixando machucar pela vida e que isso pode estar relacionado ao fato de ainda estarmos presos em histórias do passado porque não aceitamos o que aconteceu... com isso, paramos o fluxo da vida naquele ponto... uma parte nossa fica ali presa e sempre nos lembrando daquela "enorme" dor... assim como os caquinhos do copo que não jogamos fora ficam nos machucando dia após outro.

Muitas vezes passamos por situações que nos amolam, porque as coisas não são como gostaríamos que fossem... e resistimos àquilo não aceitando de jeito nenhum... mas as coisas se ajeitam e a situação passa, mas nós temos a mania carregar aquilo conosco por muito tempo...
Se olharmos para nossa história, passarmos a limpo as coisas que nos marcaram no passado, vamos ver que... muitas vezes o passado não passou, porque o que não aceitamos continua presente... mesmo que não tenhamos consciência disso... nos impedindo de nos abrir para outras histórias que a vida sempre quer nos oferecer.

Experimente olhar para o passado e ver se ainda existe algo que você não aceitou... na sua história.
Se encontrou alguma coisa, que, mesmo esquecida, ainda não ficou liberada, pelo fato de que você ainda não aceitou completamente aquilo... olhe para esse fato com o olhar de quem sabe que tudo que você atraiu para a sua realidade tem a configuração perfeita para o seu crescimento... Tudo era exatamente como tinha que ser...
Faça Ho'oponopono, se sentir que existe algo a ser perdoado... e comece uma nova vida... com a energia que se torna disponível... ao aceitar verdadeiramente o que passou!

fonte   http://www.stum.com.br

quinta-feira, 22 de março de 2012

vale a pena ler e refletir sobre o que andamos a fazer na vida e com a vida.


Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.
1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Publicado em janeiro/2012.
fonte   por Maria Afonso  via  http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blog

terça-feira, 13 de março de 2012

Se abrindo pro melhor.

Mulher caminhando
Está certo que buscamos ser pessoas melhores, nos aperfeiçoar em todos os sentidos, sempre visando o bem estar do corpo e alma. O texto de hoje, de Wilson Meiler, reflete sobre o tema melhorias ao utilizar um exemplo real. Vale a pena ler e pensar um pouco em como podemos soltar alguns velhos padrões de pensamento para agregar o novo em nossas vidas.
Vamos à leitura?
“Você experimenta novas atitudes e novos comportamentos? Você busca constantemente melhorar sua competência? Você faz experimentos e tentativas para encontrar novos caminhos na vida? É fácil ver o que acontece quando não provocamos nosso crescimento. Sabe quem estabeleceu os padrões para o mercado mundial de relógios de pulso na maior parte do Século XX? Exatamente, os Suíços. Eles dominaram o mercado durante 60 anos. Eles sabiam tudo sobre engrenagens, antichoque e prova de água; eles criaram os relógios automáticos, e até foi um suíço que inventou o movimento a quartzo. Em 1968, eles dominavam 65 % do mercado de relógios do mundo. Em 1980, centenas de fábricas haviam sido fechadas na Suíça e seu mercado caiu para menos de 10%. Entre 1979 e 81, mais de oitenta por cento dos trabalhadores da indústria relojoeira suíça, perderam seus empregos. Por que? Enquanto os japoneses aplicavam o quartzo, muito mais barato e durável para fabricar relógios, os suíços se recusaram a mudar, experimentar, buscar novos caminhos. Sem uma experimentação constante, mudança, e crescimento para nos tornarmos o melhor que pudermos ser, nossa vida pode se tornar uma cópia exata do que se passou com os suíços. Velhas maneiras de pensar e fazer poderão ajudar tanto em nossa vida quanto um relógio de dar corda para um piloto de Fórmula 1.
Mark Twain disse: “Daqui a vinte anos você ficará mais desapontado pelas coisas que não fez do que pelas coisas que fez. Então solte as amarras, levante as velas e veleje para fora do porto seguro. Explore, sonhe, descubra”. Nossa vida realmente não é um laboratório, mas experimentar é preciso!!!”

Um Salve à Vida!!!
Beth Michepud
Fonte  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/2012/03/13/se-abrindo-pro-melhor/#respond

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Quando fala o coração… Manter a serenidade


Manter a serenidade pelo maior tempo possível é o grande desafio das pessoas que buscam o caminho do autoconhecimento. São muitas as provações e, por isso, cansamos, nos sentimos fracassados. Às vezes, pensamos em desistir e voltar a ser alienados…
Parece ser mais fácil…
Manter-se lúcido é uma verdadeira proeza num momento em que temos que fazer poucas escolhas entre tentadoras opções… 
E como já estamos conscientes, despertos, nos inquietamos…
Mas não devemos desanimar porque trilhar o caminho é assim mesmo: é uma conquista de dentro para fora! 
Lembremos que a imagem do que há mais belo, perfeito está em nós. O que se manifesta fora são ainda as ilusões distorcidas. Então, nos vemos como obras ainda incompletas, inacabadas, precisando ser lapidadas…
Precisamos ir em frente, confiando sempre no que o Universo reserva para nós!
“A serenidade real não é tão visível na face como nos olhos. Ninguém pode evitar ser sacudido, mas ser provocado e ainda manter-se capaz de mergulhar e tocar sua própria força, isto é mostrado somente através dos olhos. Quando uma pedra é jogada na vida de tal pessoa – uma crítica, um problema, um desafio – só a superfície fica agitada, nada mais”. 
Brahma Kumaris
Fonte  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Inspire-se nos salmos para viver melhor Veja as mensagens que os salmos reservam e aprenda a enfrentar os momentos difíceis com sabedoria

Publicado em 05/06/2010
Daniella Gallotto
Conteúdo do site ANAMARIA
Destaque da Matéria
Tenha esperança nos momentos difíceis
Foto: Getty Images

Proteger sua família

"A pessoa que procura segurança no Deus Altíssimo e se abriga na sombra protetora do Todo-Poderoso pode dizer a Ele: 'Ó, Senhor Deus, tu és o meu defensor e o meu protetor. Confio em ti.'

Deus livrará você dos perigos escondidos e das doenças mortais. Ele o cobrirá com suas asas, e, debaixo delas, você estará seguro. A fidelidade de Deus o protegerá como um escudo.

Você não terá medo dos perigos da noite nem de assaltos durante o dia.

Ainda que mil pessoas sejam mortas ao seu lado, E dez mil ao seu redor, você não sofrerá nada.

Você olhará e verá como os maus são castigados. Você fez do Senhor Deus o seu protetor e, do Altíssimo, seu defensor. Por isso, nenhum desastre lhe acontecerá E a violência não chegará à sua casa.

Deus mandará que os anjos Dele cuidem de você para protegê-lo. Aonde quer que você for Eles te susterão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra" (SALMO 91)

Acabar com a dor da separação

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza.

Socorro bem presente na tribulação.

Portanto, não temeremos. Ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares.

Ainda que as águas tumultuem e espumejem e os tremam violentamente. (…)

O Senhor Todo-Poderoso está do nosso lado. O Deus de Jacó é nosso refúgio" (SALMO 46)

Superar perda de uma pessoa querida

"Elevo meus olhos para os montes.

De onde virá o meu socorro?

O meu socorro vem do Senhor, quem criou os céus e a terra.

Ele, o seu protetor, está sempre alerta e não deixará que você caia.

O guarda de Israel nunca dorme, nem cochila.

O Senhor guardará você. Ele está sempre ao seu lado para protegê-lo" (SALMO 121)
Destaque da Matéria
Tenha esperança nos momentos difíceis
Foto: Getty Images

Lidar com o estresse

"Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas (...)

Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como criança desmamada se aquieta nos braços da mãe, como essa criança é minha alma para comigo Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre" (SALMO 131)

Ter coragem

"O Senhor Deus é a minha luz e salvação De quem terei medo?

O Senhor me livra de todo perigo, não ficarei com medo de ninguém.

Quando os meus inimigos me atacam, são eles que tropeçam e caem.

Ainda que um exército inteiro me cerque, não terei medo. Ainda que meus inimigos me ataquem, continuarei confiando em Deus" (SALMO 27)

Ficar longe de fofocas

"Os meus inimigos falam mal de mim (...)

Se algum deles vem me visitar, diz coisas vãs, amontoando no coração malícias (...)

Até meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar.

Compadece-te de mim e levanta-me (...)

Quanto a mim, tu me susténs na minha integridade" (SALMO 41)

Frei Betto: Salvar vidas ou o capital?


Frei Betto: Salvar vidas ou o capital?
O melhor Papai-Noel do mundo mereceram 523 instituições financeiras europeias quatro dias antes do Natal: 489 bilhões de euros (o equivalente a R$ 1,23 trilhão), emprestados pelo BCE (Banco Central Europeu) a juros de 1% ao ano!

Curiosa a lógica que rege o sistema capitalista: nunca há recursos para salvar vidas, erradicar a fome, reduzir a degradação ambiental, produzir medicamentos e distribuí-los gratuitamente. Em se tratando da saúde dos bancos, o dinheiro aparece num passe de mágica!

Há, contudo, um aspecto preocupante em tamanha generosidade: se tantas instituições financeiras entraram na fila do bolsa-BCE, é sinal de que não andam bem das pernas…

Quais os fundamentos dessa lógica que considera mais importante salvar o Mercado que vidas humanas? Um deles é este mito de nossa cultura: o sacrifício de Isaac por Abraão (Gênesis 22, 1-19).

No relato bíblico, Abraão deve provar a sua fé sacrificando a Javé seu único filho, Isaac. No exato momento em que, no alto da montanha, prepara a faca para matar o filho, o anjo intervém e impede Abraão de consumar o ato. A prova de fé fora dada pela disposição de matar. Em recompensa, Javé cobre Abraão de bênçãos e multiplica-lhe a descendência como as estrelas do céu e as areias do mar.

Essa leitura, pela ótica do poder, aponta a morte como caminho para a vida. Toda grande causa - como a fé em Javé - exige pequenos sacrifícios que acentuem a magnitude dos ideais abraçados. Assim, a morte provocada, fruto do desinteresse do Mercado por vidas humanas, passa a integrar a lógica do poder, como o sacrifício "necessário” do filho Isaac pelo pai Abraão, em obediência à vontade soberana de Deus.

Abraão era o intermediário entre o filho e Deus, assim como o FMI e o BCE fazem a ponte entre os bancos e os ideais de prosperidade capitalista dos governos europeus - que, para escapar da crise, devem promover sacrifícios.

Essa mesma lógica informa o inconsciente do patrão que sonega o salário de seus empregados sob pretexto de capitalizar e multiplicar a prosperidade geral, e criar mais empregos. Também leva o governo a acusar as greves de responsáveis pelo caos econômico, mesmo sabendo que resultam dos baixos salários pagos aos que tanto trabalham sem ao menos a recompensa de uma vida digna.

O deus da razão do Mercado merece, como prova de fidelidade, o sacrifício de todo um povo. Todos os ideais estão prenhes de promessas de vida: a prosperidade dos bancos credores, a capitalização das empresas ou o ajuste fiscal do governo. Salva-se o abstrato em detrimento do concreto, a vida humana.

O espantoso dessa lógica é admitir, como mediação, a morte anunciada. Mata-se cruelmente através do corte de subsídios a programas sociais; da desregulamentação das relações trabalhistas; do incentivo ao desemprego; dos ajustes fiscais draconianos; da recusa de conceder aos aposentados a qualidade de uma velhice decente.

A lógica cotidiana do assassinato é sutil e esmerada. Aqueles que têm admitem como natural a despossessão dos que não têm. Qualquer ameaça à lógica cumulativa do sistema é uma ofensa ao deus da liberdade ocidental ou da livre iniciativa. Exige-se o sacrifício como prova de fidelidade. Não importa que Isaac seja filho único. Abraão deve provar sua fidelidade a Javé. E não há maior prova do que a disposição de matar a vida mais querida.

A lógica da vida encara o relato bíblico pelos olhos de Isaac. Este não sabia que seria assassinado, tanto que indagou ao pai onde se encontrava o cordeiro destinado ao sacrifício. Abraão cumpriu todas as condições para matar o filho. Subjugou-o, amarrou-o, colocou-o sobre a lenha preparada para a fogueira e empunhou a faca para degolá-lo.

No entanto, inspirado pelo anjo, Abraão recuou. Não aceitou a lógica da morte. Subverteu o preceito que obrigava os pais a sacrificarem seus primogênitos. Rejeitou as razões do poder. À lei que exigia a morte, Abraão respondeu com a vida e pôs em risco a sua própria, o que o forçou a mudar de território.

Se não mudarmos de território – sobretudo no modo de encarar a realidade -, como Abraão, continuaremos a prestar culto e adoração a Mamom. Continuaremos empenhados em salvar o capital, não vidas, e muito menos a saúde do planeta.

Fonte da Pesquisa

Frei Betto é escritor, autor de "Sinfonia Universal – a Cosmovisão de Teilhard de Chardin” (Vozes), entre outros livros.
http://www.freibetto.org/
twitter:@freibetto 
FONTE  http://www.stum.com.br/blog/

O prazer de enxergar Publicado em fevereiro 3, 2012 por Beth Michepud

Visão do mundo
Alguma vez lhe ocorreu o quão abençoado você é por poder enxergar?  Você já parou, por um momento, e se deixou mergulhar na beleza do que vê? E se fosse privado deste sentido e tivesse apenas três dias de visão, para o que olharia?
Helen Keller (1880-1968), foi uma mulher extraordinária, cega, surda e muda desde bebê. Apenas de posse do sentido do tato e uma perseverança inigualável, ela foi educadora, escritora e advogada de cegos, alterando nossa percepção de deficiência.
No texto de hoje, chamado Três dias para ver, ela nos chama a atenção para a apreciação de nossos sentidos, algo que normalmente não percebemos. A leitura pode parecer um tanto longa, mas eu garanto que vale à pena!
“Várias vezes pensei que seria uma benção se todo ser humano, de repente, ficasse cego e surdo por alguns dias no principio da vida adulta. As trevas o fariam apreciar mais a visão e o silencio lhe ensinaria as alegrias do som.
De vez em quando testo meus amigos que enxergam para descobrir o que eles vêem. Há pouco tempo perguntei a uma amiga que voltava de um longo passeio pelo bosque o que ela observara. “Nada de especial”, foi à resposta.
Como é possível, pensei, caminhar durante uma hora pelos bosques e não ver nada digno de nota? Eu, que não posso ver, apenas pelo tacto encontro centenas de objetos que me interessam. Sinto a delicada simetria de uma folha. Passo as mãos pela casca lisa de uma bétula ou pelo tronco áspero de um pinheiro. Na primavera, toco os galhos das árvores na esperança de encontrar um botão, o primeiro sinal da natureza despertando após o sono do inverno. Por vezes, quando tenho muita sorte, pouso suavemente a mão numa arvorezinha e sinto o palpitar feliz de um pássaro cantando.
Às vezes meu coração anseia por ver tudo isso. Se consigo ter tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos por apenas três dias.
Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas “janelas da alma”, os olhos. Só consigo “ver” as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos.
Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?
Por exemplo, você seria capaz de descrever com precisão o rosto de cinco bons amigos? Como experiência, perguntei a alguns maridos qual a exata cor dos olhos de suas mulheres e muitos deles confessaram, encabulados, que não sabiam.
Ah, tudo que eu veria se tivesse o dom da visão por apenas três dias!
O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês.
À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.
No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria assombrado o magnífico panorama de luz com que o Sol desperta a Terra adormecida.
Esse dia eu dedicaria a uma breve visão do mundo, passado e presente. Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Ali meus olhos, veriam a história condensada da Terra — os animais e as raças dos homens em seu ambiente natural; gigantescas carcaças de dinossauros e mastodontes que vagavam pelo planeta antes da chegada do homem, que, com sua baixa estatura e seu cérebro poderoso, dominaria o reino animal.
Minha parada seguinte seria o Museu de Artes. Conheço bem, pelas minhas mãos, os deuses e as deusas esculpidos da antiga terra do Nilo. Já senti pelo tacto as cópias dos frisos do Paternon e a beleza rítmica do ataque dos guerreiros atenienses. As feições nodosas e barbadas de Homero me são caras, pois também ele conheceu a cegueira.
Assim, nesse meu segundo dia, tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tacto. Mais maravilhoso ainda, todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. Mas eu poderia ter apenas uma impressão superficial. Dizem os pintores que, para se apreciar a arte, real e profundamente, é preciso educar o olhar. É preciso, pela experiência, avaliar o mérito das linhas, da composição, da forma e da cor. Se eu tivesse a visão, ficaria muito feliz por me entregar a um estudo tão fascinante.
À noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema. Como gostaria de ver a figura fascinante de Hamlet ou o tempestuoso Falstaff no colorido cenário elisabetano! Não posso desfrutar da beleza do movimento rítmico senão numa esfera restricta ao toque de minhas mãos. Só posso imaginar vagamente a graça de uma bailarina, como Pavlova, embora conheça algo do prazer do ritmo, pois muitas vezes sinto o compasso da música vibrando através do piso. Imagino que o movimento cadenciado seja um dos espetáculos mais agradáveis do mundo. Entendi algo sobre isso, deslizando os dedos pelas linhas de um mármore esculpido; se essa graça estática pode ser tão encantadora, deve ser mesmo muito mais forte a emoção de ver a graça em movimento.
Na manhã seguinte, ávida por conhecer novos deleites, novas revelações de beleza, mais uma vez receberia a aurora. Hoje, o terceiro dia, passarei no mundo do trabalho, nos ambientes dos homens que tratam do negócio da vida. A cidade é o meu destino.
Primeiro, paro numa esquina movimentada, apenas olhando para as pessoas, tentando, por sua aparência, entender algo sobre seu dia-a-dia. Vejo sorrisos e fico feliz. Vejo uma séria determinação e me orgulho. Vejo o sofrimento e me compadeço.
Caminhando pela 5ª Avenida, em Nova York, deixo meu olhar vagar, sem se fixar em nenhum objeto em especial, vendo apenas um caleidoscópio fervilhando de cores. Tenho certeza de que o colorido dos vestidos das mulheres movendo-se na multidão deve ser uma cena espetacular, da qual eu nunca me cansaria. Mas talvez, se pudesse enxergar, eu seria como a maioria das mulheres – interessadas demais na moda para dar atenção ao esplendor das cores em meio à massa.
Da 5ª Avenida dou um giro pela cidade – vou aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajo pelo mundo visitando os bairros estrangeiros. E meus olhos estão sempre bem abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu possa descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreendê-las melhor.
Meu terceiro dia de visão está chegando ao fim. Talvez haja muitas atividades a que devesse dedicar as poucas horas restantes, mas aço que na noite desse último dia vou voltar depressa a um teatro e ver uma peça cômica, para poder apreciar as implicações da comédia no espírito humano.
À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixei de apreciar.
Talvez este resumo não se adapte ao programa que você faria se soubesse que estava prestes a perder a visão. Nas sei que, se encarasse esse destino, usaria seus olhos como nunca usara antes. Tudo quanto visse lhe pareceria novo. Seus olhos tocariam e abraçariam cada objeto que surgisse em seu campo visual. Então, finalmente, você veria de verdade, e um novo mundo de beleza se abriria para você.
Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos. Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tacto. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; goze de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos, estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso.”
Um Salve à benção de poder enxergar e ler este texto!
Um Salve à benção do privilégio de podermos usar todos os sentidos!
Um Salve à Vida!!!!
Beth Michepud
FONTE  http://sabedoriauniversal.wordpress.com/2012/02/03/o-prazer-de-enxergar/

Alzheimer - Moléstia Espiritual? AMOR E RESPEITO SEMPRE.

Américo Marques Canhoto, médico especialista, casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, Santarém ,Portugal.
Médico da família desde 1978. Atualmente, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto - Estado de São Paulo - BR. Conheceu o Espiritismo em 1988.
Recebia pacientes que se diziam indicados por um médico: Dr. Eduardo Monteiro.
Procurando por este colega de profissão, descobriu que esse médico era um espírito, que lhe informou: Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito.

Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar - dois casos na família.
Achamos importante também analisar o problema dos 'cuidadores' do doente.
Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual. Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até antes?

Alerta

É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc.
Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar? Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar? É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?
Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer

a) Costumam ser muito focadas em si mesmas.

b) Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam umprocesso de co-dependência e até de simbiose.

c) Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução).

d) São de poucos amigos.

e) Gostam de viver isoladas.

f) Não ousam mudar.

g) Conservadoras até o limite.

h) Sua dieta é sempre a mesma.

i) Criam para si uma rotina de 'ratinho de laboratório'.

j) São muito metódicas.

k) Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas bem antes da doença se caracterizar.

l) Cultivam manias e desenvolvem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) com freqüência.

m) Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar.

n) Leitura os enfastia.

o) Não são chegadas em ajudar o próximo.

p) Avessas á prática de atividades físicas.

q) Facilmente entram em depressão.

r) Agressivas contidas.

s) Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar.

t) Não se engajam.

u) Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez.

v) Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano.

Gatilhos que costumam desencadear o processo

- Na atualidade, a parcela da população que corre mais risco são os que se aposentam - especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em seqüência. Isolam-se.

- Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças.

- Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos.
Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.

Alzheimer e mediunidade

- No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos.
Chegam a transmitir o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações.
Esta condição fluídica permite que acessem com facilidade ao filme das vidas passadas (bem mais a última) - muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que 'fizemos' juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência.
Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris.

Obsessão

- É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações.
É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer.
Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?

Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados

- O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais nada agradáveis.
Os 'cuidadores' desses pacientes tem mil histórias a contar e muitos depoimentos a fazer.. Esse assunto merece muitos comentários. O que é possível aprender como cuidador?
Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.

O problema da obsessão

- Quem obsidia quem?
Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro - não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram.
Não foi possível? - não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas 'crises de mediunidade': - você fez isso ou aquilo, agora vai ver! - preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente.

A dieta influencia

- Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados.
Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega3 e ômega 6; Devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim).
Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.

Doença silenciosa?

- Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência.

Remédios resolvem?

- Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse - pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo.
Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.

Remédios previnem?

- Claro que não - apenas adiam o inexorável. Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam. Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio à terceira idade.
A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa.
A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção.
O interesse pelos amigos é um bom remédio.

Qual a vacina?

É estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos.
A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade.

Quer evitar tornar-se um Alzheimer?

Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com muito esforço e inteligência.
Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente...
Espero que esta pequena lição que o Dr. Américo nos proporcionou em sua palestra nos sirva para podermos ajudar pessoas com este mal.
Américo Marques Canhoto, médico português
Fonte: mistérios.com

Léa Cristina Ximenes
Facilitadora/Consultora Metafísica
E-mail: ximenes.andrade@gmail.com
Skype: lea.seraphisbey
Fone: (13) 3477 98113

O EGOÍSMO E O EGOÍSTA . DESAPEGUE,,,SEJA FELIZ!

O EGOÍSMO E O EGOÍSTA
Sentimento ou atitude de excessivo apego aos próprios interesses, em detrimento dos interesses dos outros. (Larousse)
Este sentimento não permite o ser, olhar ao seu redor, ele vê sua pessoa como a mais importante e precisada de atenções.
O egoísta aprisiona almas, achando que o objeto de seu amor lhe pertence, e não quer dividir com mais ninguém sua amizade, carinho e atenções. Denominamos por ciúme este egoísmo acerbado, que muitas vezes transforma-se em doença grave.
Se deseja vencer na vida, visa sua pessoa como o ser principal a atingir sua meta, e pisa em quem está a sua volta, ou que lhe seja empecilho; é capaz de tudo!
O egoísta é o centro de seu universo, só existe ele, o outro é secundário.
O egoísmo é a chaga da humanidade, que anda junto com outros sentimentos, como: o orgulho, a vaidade, a presunção, a preguiça, a maldade, o ciúme, a inveja, etc.
Nosso ego precisa de alimentos bons, não de excessivos alimentos perniciosos. Devemos ser desprendidos; pois ninguém é de ninguém, e nada nos pertence que seja eterno. Até nosso corpo físico nos é emprestado temporariamente para sabermos fazer bom uso dele, ou seja: para evoluir nosso espírito nesta viagem.
O egoísmo cega, deixa a pessoa surda e imaginativa para criar e inventar situações que não existem. Vê onde nada tem, ouve o que não se falou, e se permite julgar e condenar quem nada fez de errado.
O egoísmo destrói sentimentos, acaba com casamentos, afastando com tristeza quem está por perto.
O egoísta não sabe que este sentimento poderá prejudicá-lo, levando-o a meditar no seu maior erro: que é olhar só para si.
Se a pessoa egoísta é inteligente demais: pisa, machuca, humilha sem compaixão ou medir a gravidade de seus atos; pois olha só para seu umbigo.
O egoísta planeja para si um futuro de solidão, quer seja nesta existência ou na próxima.
A educação dos pais é importante na formação dos seres em evolução.
Desde cedo, devemos observar o exclusivismo de nossos filhos em não querer compartilhar o que possuem com seus irmãos.
A correção se faz necessária em todo processo de crescimento do ser humano.
Trazemos de outras vidas defeitos a serem trabalhados.
Meditemos no que vem a ser o egoísmo, e se usamos deste sentimento tão prejudicial ao convívio do ser humano.
Vamos trabalhar já a correção de nossas falhas, exercitando a lei do amor e do desprendimento.
O amor é o maior sentimento; e a caridade é o contrário do egoísmo. Saiamos de nós, olhemos para o nosso próximo mais próximo, e vamos distribuir nossos bens espirituais adquiridos com muito esforço, para os carentes de espírito.
Vamos enxergar, ver e ouvir nossos irmãos, e sentir suas necessidades. Façamos ao outro o que desejamos que façam conosco: Vamos aos hospitais onde estão nossos irmãos precisando de apoio, esperança, carinho, e de uma palavra de estímulo. Nas prisões, onde existem resistências que precisam renovar-se.
Nas creches e abrigos assistenciais, onde há necessidade de afeto.
Orar pela humanidade, pedir pelos inimigos, e agradecer pelas dádivas recebidas.
Quanto mais desprendidos formos, mas facilmente chegaremos ao outro lado da vida sem apego e grandes sofrimentos.
Vamos ser úteis e distribuir nossos dotes adquiridos, através do trabalho voluntário.
Que o nosso ego negativo não predomine, mas o Eu positivo nos faça realizar muito bem à humanidade.
Somos carentes de amor, e estamos sempre em busca de recebê-lo. Quem planta a discórdia e é extremamente egoísta; jamais irá nos entender.
Nossa linguagem é simples, nosso convite é direto, esperamos tocar corações que estão em busca de melhora e transformação interior.
Despojemo-nos de nossa casca grossa, e tornemo-nos maleáveis a boa nova.
Vamoa abrir nossas mãos e segurar em outras mãos.
Compartilhar,trocar,confiar, realizar,dsitribuir, são verbos a serem praticados.
O despreendimento tem como coadjuvante a caridade e muitos outros sentimentos.
Aquele que verdadeiramente sabe e sente o que é o amor, dsconhece o ser egoísta, ou ja venceu esta falha de sua personalidade.
Vamos somar, dividir, e multiplicar o que já possuimos?
um abraço fraterno desta pequenina Flor de Liz!
Por: Maria de Lourdes G. Netto
FONTE  http://anjodeluz.ning.com/profiles/blogs/o-ego-smo-e-o-ego-sta