quinta-feira, 22 de março de 2012

vale a pena ler e refletir sobre o que andamos a fazer na vida e com a vida.


Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.
1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz
“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Publicado em janeiro/2012.
fonte   por Maria Afonso  via  http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blog

segunda-feira, 19 de março de 2012

O MONGE E A PROSTITUTA . NÃO JULGUEIS , PARA PARTIR COM A ALMA LEVE.


O MONGE E A PROSTITUTA

Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva. Na casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a. Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?

A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.

Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava e pedia perdão.

O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:
"A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa - até o dia da morte desta pecadora".

E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.

Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e lhe disse:

- Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!

A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:

- Ó Senhor, quando Vossa misericórdia irá me livrar desta miserável vida que levo?

Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.

A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:

- Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!

Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:

- São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.

"A virtude da humanidade consiste em amar os homens; a prudência, em conhecê-los."
(Confúcio)

Autor Desconhecido

FONTE http://www.stum.com.br/blog

A TERRA É NOSSA MÃE. RESPEITEMOS E CUIDEMOS !


A TERRA É NOSSA MÃE
A Terra é a nossa mãe. Dela recebemos a vida e a capacidade para viver. Zelar por nossa mãe é a nossa responsabilidade e, zelando por ela, zelamos por nós próprias. Todas as mulheres são manifestações da Mãe Terra em forma humana.
Assim diz a Declaração das Mulheres Indígenas em Beijing/China na Conferência da Onu em 1995.

Diante dessa afirmação tão atual, devemos unir mais forças para a construção de uma sociedade sustentável baseada no respeito fundamental pela natureza e pelos direitos humanos, objetivando a evolução da vida e dos seres humanos.Estamos aqui para isso!

Essa é a base para a construção de uma sociedade em que a exclusão social, as intolerâncias, a falta da cultura da paz e injustiças sociais, raciais e econômicas não tenham mais vez, nunca mais!

Quando queremos bem a alguém, ou amamos essa pessoa devemos declarar constantemente esse amor, através de atitudes, olhares, pequenos gestos, responsabilidades a essa pessoa. Se a magoamos constantemente com palavras rudes, violência ou falta de perspectivas futuras, enfraquecemos o ser amado. A auto-estima dele se enfraquece e enfraquecem todos que estão a seu redor. Assim é com o Planeta e com todos os seres viventes dele.

Seres humanos são iguais nos seus princípios de vida, independentes de cor, religião, nacionalidade, etnicidade, gênero, etc. Mas, na realidade as diferenças existem e se reforçam por uma questão de sobrevivência contra sistemas de poder, impostos desde os primórdios da civilização. Muita gente ainda não entende isso ou não quer entender e questiona as lutas por segmentos, numa atitude xenófoba e intolerante.

As lutas e guerras são passageiras, apesar de seculares. Os sistemas de cotas políticas para indígenas, negros, deficientes são passageiros, apesar de enfáticos. A luta pelos direitos indígenas é passageira, apesar do genocídio. A luta pelos direitos das mulheres é passageira, apesar de tantas dores, sofrimentos e opressão. A luta pela igualdade racial é temporária apesar da escravidão e néo- escravidão. O estado de conflito é passageiro. Na realidade o estado natural do planeta é estar em evolução, não em guerras e conflitos. Lamentavelmente vê-se estado de conflito para chegar ao estado de paz.

Todas essas lutas pela vida e sobrevivência são uma forma de afirmar e reforçar que estamos ali, quando o Criador nos colocou ali, simplesmente para viver bem a vida e contribuir com o Planeta e o bem caminhar dos seres humanos. Mas o PODER distinguido da Humanidade não quis assim. Mentes assassinas, covardes, preconceituosas, racistas, moralistas, fracas de espírito, machistas surgiram em nome do poder político, social e econômico para poluírem o Planeta. Por isso a desfragmentação em segmentos de classes sociais, raças, etnias desdobramentos afins, como uma forma de unir forças contra esse dominador.
Na realidade somos cidadãos e cidadãs do mundo. E se estamos em perfeito estado de amor e harmonia, do topo do mundo podemos ver o quão grande e bonita é a humanidade, a partir da verdadeira igualdade entre todos os seres do Planeta Terra e podemos perceber a beleza que somos enquanto células planetárias. A PARTIR DESTA CONCEPÇÃO SE INICIA A CURA DO PLANETA! E a paz advém.

Na Conferência Mundial do Meio Ambiente, promovida pela ONU em 1992, houve um sentimento globalizado daquilo que Povos Indígenas vêm contribuindo com a Humanidade: A defesa do meio ambiente através da sustentabilidade e o estar no mundo de forma holística.
Mas como manter essa filosofia, se localmente as mulheres indígenas e suas crianças estão vivendo desumanidades, mortes prematuras e estado de fome e miséria? As mudanças são na teoria? São nos livros? São nas palavras?Porquê os governos não reconhecem a dívida histórica que possuem para com Povos Indígenas?

Está na hora de declarar nosso amor ao próximo de forma concreta, não somente em palavras. Assim estamos garantindo o futuro das gerações e o amor entre as pessoas:

Por isso mulheres, “Meu ego, não pode ser mais forte que minha alma. Minha alma é ancestral, meu ego não pode dominar minha verdadeira história. Faço agora um acordo entre meu ego e minha alma. Minha alma é primeira, é forte é intuitiva; ela é ética, pra não dizer pura, minha alma é terna, eterna amante, indígena. Mas meu ego, condicionado pela cultura dominante, me leva para a escuridão terrena, celestial, marítima,onírica e filosófica. Conduz minha auto-estima para os porões. Não mulheres do mundo! Não aceitemos mais. Não, não, não, não, não! Meu ego não pode ser mais forte que minha alma, minha essência de mulher selvagem, indígena, essencial à preservação digna do planeta e dos seres humanos. Basta de violência. Nós somos lobas. Somos músicas que ecoam no etéreo.
Nós somos focas. Nós somos Humanidade e sabemos o que é digno pra nós. Nossa pele de foca brilha de novo.Ouçamos definitivamente nossas velhas e velhos”.


Trecho do livro “Metade cara. Metade Máscara”, EDITORA global, ELIANE POTIGUARA.

http://www.elianepotiguara.org.br
http://groups.yahoo.com/group/literaturaindigena
http://www.fotolog.terra.com.br/elianepotiguara(subsídios para técnicos e escolas)
http://www.inbrapi.org.br

*Eliane Potiguara é escritora e professora, 54 anos, Diretora do Inbrapi(Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual). Coordena o Grumin/Rede de Comunicação Indígena.

Recebido de Soraya Souza

As Cartas de Cristo (Carta 1 - Parte 2) - O PROPÓSITO DESTAS CARTAS


As Cartas de Cristo (Carta 1 - Parte 2)  - O PROPÓSITO DESTAS CARTAS
Elas têm a intenção de trazer iluminação ao mundo em geral e capacitar a humanidade a construir uma NOVA CONSCIÊNCIA durante os próximos dois mil anos. Estas CARTAS são a semente da futura evolução espiritual da humanidade.

Observe bem:
A evolução espiritual da “consciência humana” é o que traz a evolução mental e física em sua vida pessoal e global e aproximará a humanidade de estados cada vez mais harmoniosos de bem-estar.


Se é difícil acreditar nisso, então reflita a respeito dos últimos dois mil anos e veja o que se tem realizado desde a última vez em que falei diretamente com as pessoas. Tem havido uma tendência de evolução gradual em direção ao amor fraternal que eu costumava pregar ao povo Judeu.
Quando eu caminhava pela Terra, não havia organizações humanitárias como existem hoje. A ambição, a cobiça e a autogratificação eram comportamentos considerados normais. Havia pouco amor fraternal mesmo entre os Judeus para os quais os profetas, durante gerações, haviam dito que amassem a seus semelhantes como a eles mesmos.
Conforme a humanidade vem desenvolvendo a sua capacidade para o amor fraternal, a vida tem se tornado mais confortável e prazerosa sob a forma de consideração mútua, cortesia, gentileza, na criação de hospitais e sociedades para o bem-estar infantil, no cuidado com os mais velhos, no movimento a favor dos direitos humanos e em muitas outras instituições dedicadas à melhoria da condição humana. Tudo isto tem brotado nos corações e nas mentes daqueles que sinceramente levaram em consideração minhas primeiras palavras ditas na Palestina, as quais impulsionaram as pessoas até o amor fraternal e a compaixão pelos seus semelhantes.
Estes cuidados espirituais e o amor fraternal ganharam um tremendo impulso no século dezenove, quando minhas palavras foram pregadas com renovada e intensificada sinceridade nos púlpitos e alegremente recebida por congregações sérias e sinceras. Os pregadores e as congregações, naquela época, já haviam se espalhado pelo mundo todo, em cada continente. O Sábado era considerado um dia de descanso e os pensamentos da maioria do povo Cristão se elevavam para contemplar o poder de Deus. Tal suspensão mundial dos deveres e ocupações normais deu lugar a uma elevação do “pensamento consciente”, de vinte e quatro horas de duração, em direção ao Poder Criativo Divino, criando uma constante e poderosa consciência “humana/Divina” que dava suporte e se entrelaçava às vidas humanas. A súplica humana atraiu o Poder do Divino para o interior da consciência e experiência humanas e deu lugar diretamente ao crescimento e à expansão em cada faceta da vida humana. Contudo, as pessoas ainda não sabiam como direcionar mentalmente o Poder Divino para os canais espirituais da criatividade em lugar dos canais do “ego”. Em consequência, a expansão da “consciência coletiva” trouxe resultados negativos surgidos do “poder do ego”, assim como resultados “positivos” produzidos pela “consciência espiritual” das pessoas inspiradas e iluminadas.
- POR ESTA RAZÃO... eu vim expressamente para explicar a você... um fato da existência que é de vital importância. Por favor, leia cuidadosamente.

É isto:
Sua consciência pessoal é inteiramente responsável por tudo aquilo que vem para a sua vida e experiência pessoal. É sua consciência pessoal que traz para você o bem ou o mal.
No seu subconsciente, você traz lembranças fortemente impregnadas, ainda que ocultas, de traumas/emoções de sua(s) vida(s) anterior(es) que podem irromper e afetar a sua consciência atual.
A sua oração fervorosa e específica para aliviar algum acontecimento pode receber resposta, mas a longo prazo será de pouco proveito se sua mente e seu coração continuarem em contravenção com as Leis Universais do AMOR e você viver com atitude mental de constante crítica.

As Leis Universais da Existência se relacionam SOMENTE às “atividades da consciência”... e são exatas e indesviáveis... NÃO são prêmios ou castigos de “Deus”.
Repito: Não são “CASTIGOS DE DEUS” – se relacionam ao “Fator Causativo da Consciência” que atrai/magnetiza as partículas elétricas que se unem e aparecem perante o mundo como formas e experiências sólidas.

NOTA: Às vezes as pessoas fazem um contato poderoso com a REALIDADE DIVINA, que está dentro e por trás de toda a criação, por meio da oração. Ela responde e Sua atividade se revela num curto espaço de tempo como uma melhoria necessária dentro da vida pessoal ou nacional – e as pessoas podem exclamar: “É um milagre!” Mas, com o passar do tempo, o estado da consciência Pessoal ou Nacional voltará a reafirmar-se nas suas experiências e reproduzirá os mesmos efeitos negativos anteriores na saúde e nas atividades.
Você não pode efetuar mudanças permanentes na sua vida a menos que você mude sua consciência. Portanto, as pessoas devem rezar e esforçar-se a todo momento para alcançar o Amor incondicional.

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Leia também a Parte 1
Leia também a Parte 3

Especial - As Cartas de Cristo

Especial - O eterno abraço de Jesus, o Amigo dos homens


Se desejar adquirir o livro, acesse: www.cartasdecristobrasil.com.br

fonte  http://www.stum.com.br/blog/

As Cartas de Cristo (Carta 1 - Parte 1) - Reflexões diárias


As Cartas de Cristo (Carta 1 - Parte 1) - Reflexões diárias
O STUM inicia hoje um novo serviço a V. leitor e leitora que nos acompanham na busca da Verdade, no autoconhecimento e na evolução da alma.
Estamos iniciando a divulgação dos trechos mais importantes, selecionados pela equipe, de um livro extraordinário, que já mudou profundamente a vida de muita gente: “As Cartas de Cristo”. A cada dia um trecho do livro, que é dividido em 9 cartas, será postado, com a possibilidade de receber comentários de sua parte.
Ao final deste primeiro texto, V. encontra os links que levam aos dois boletins quinzenais que originaram tudo, bem como ao link para que V. possa comprar o livro online na Editora, caso seu coração sinta que é necessário. Os caracteres em negrito estão conforme o original.
Procure manter seu coração aberto e tenha uma excelente leitura.

Equipe STUM


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Carta 1

Eu, o CRISTO, aproveito esta oportunidade para falar diretamente com VOCÊ.
Eu vim para retificar as interpretações errôneas de meus ensinamentos quando, conhecido como “Jesus”, estive na Palestina há dois mil anos.

Estas cartas estão sendo enviadas por meio de alguém que, durante os últimos quarenta anos, tem sido espiritualmente sensível e dedicada o suficiente para receber as minhas palavras e agir de acordo com elas.

Estas CARTAS SÃO A VERDADE.
Elas transcendem todas as doutrinas religiosas do mundo.
Estas CARTAS vão LIBERTAR você.

As Cartas são para todas as pessoas que buscam a razão da existência, o propósito de suas vidas, força para enfrentar a luta da vida, suportar dificuldades, doenças e desespero, e inspiração para aqueles que desejam alcançar mais consciência espiritual no dia a dia de suas vidas. Poderia se dizer que estas Cartas são um CURSO PARA SE TORNAR MESTRE, destinado àqueles que estão prontos para percorrer o caminho que trilhei quando estive na Terra, na Palestina.
Talvez você duvide de que estas palavras sejam verdadeiras. À medida que for lendo estas páginas e for se aprofundando nos fatos que estou explicando a respeito da existência e das origens da personalidade, você perceberá que esta verdade somente poderia vir da mais alta fonte.
Aqueles que tiverem dificuldade em compreender as CARTAS devem ler apenas uma página por vez, para então colocá-las de lado e meditar. Gradualmente, sua consciência absorverá o significado delas, uma vez que estas páginas são o elo entre sua consciência e minha consciência transcendente. Aproxime-se destas CARTAS com a mente livre de ideias, crenças e preconceitos, como uma criança pequena antes de ser doutrinada com a crença humana.
Traga-me a sua mente aberta, uma mente que busca e eu a preencherei com tesouros verdadeiros, o tesouro do mais alto conhecimento, o qual, ao ser absorvido, aliviará sua carga diária e conduzirá você até “os verdes pastos de brilhantíssima luz”, o que significará abundância, alegria, arrebatamento e preenchimento pleno de todas as suas necessidades. Você saberá como é sentir-se abundantemente abençoado com tudo o que existe mais além da sua compreensão humana.
Estas CARTAS são enviadas a todas as pessoas do mundo com todo meu amor e compaixão. Enquanto você as lê, sentirá o amor e a compaixão e vai perceber que suas lutas diárias com a existência nunca foram planejadas para você. Não há necessidade de experimentar a dor e a tensão quando você entende, absorve e pratica a VERDADE DA EXISTÊNCIA com constância.

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Leia também a Parte 2

Especial - As Cartas de Cristo

Especial - O eterno abraço de Jesus, o Amigo dos homens


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Sobre o auto-ódio - Gangaji em Satsang


 
 
"Muitas vezes quando convido as pessoas a confiarem em si mesmas, o ponto que é tocado é
o auto-ódio. Porque elas sentem que falharam consigo mesmas, ou falharam com os outros.
Que foram reprovados no teste. Nós fomos reprovados tantas vezes...
Eu sei como é... Eu olhava para dentro de mim mesma, e não gostava do que via. Mas na verdade, o que eu estava vendo era a minha personalidade. E era uma bagunça.
Haviam feridas e...blocos de concreto... rsrs havia todo tipo de coisas lá dentro. Era tipo: Ai, meu Deus!
E então o impulso era de escapar disso...ou de consertar! Conseguir ajuda para consertar isso...
E eu passei anos, tanto fugindo de muitas formas diferentes, e consertando..
Mas sempre que eu consertava, havia algo meio que borbulhante nas profundezas, que vinham destruir o que eu tinha consertado... e eu tive que reconhecer que era o meu próprio auto-ódio.
E por auto-ódio eu quero dizer ódio por este corpo e suas limitações, e o que prá mim parecia feiúra inerente e imundice, apesar de gostar deles às vezes, mas mesmo assim, queria que fosse "consertado"...em determinados espelhos...rsrs
Mas ele estava lá, esse ódio.
Como por exemplo, o medo da morte, da não existência, o auto-ódio é um presente horrível, e parece vir com a maioria dos humanos, que são criados pela maioria dos pais.
Isso cria raízes lá dentro.
- Menina má! Menina cruel! Menina burra! Menina egoísta!
E é verdade, você tem a prova disso tudo!
Então quando você está disposto a penetrar isso e descobrir o que está por baixo, o sub-produto desse mergulhar é a libertação dessa menina malvada, cruel, feia, suja, semente ruim..estorvo...
Seja como for que nos tenhamos formulado... e seja qual for o suporte que nós tenhamos recebido para essa formulação. É isso que é liberto.
A confiança é ainda assim, se abrir para o que está por baixo disso, mas para chegar lá embaixo tem que haver uma penetração nessa barreira: a descrença, o medo, o auto-ódio com todas as as provas disso tudo.
Então, como ia contando, no final eu não me via mais como uma imagem, só me via como uma energia turva e sombria. E já havia conhecido a energia frenética, histérica e louca e isso estava por baixo dela. Aquela energia frenética era uma tentativa de escapar daquela coisa turva e escura. E eu dizia: Ai meu Deus..isso não!
Mas lá estava ela! E a maior parte da minha vida eu passei evitando isso, dando voltas, dramatizando, consertando ela, odiando ela, e então simplesmente me abri, como convido a vocês a fazerem , se abrirem e experienciá-la. E a sensação é de que ela se moveu através do meu corpo e essa energia foi dissolvida e expulsa como um auto-exorcismo.
Carregamos muito ódio em nós, e quando desejamos o mal para o outro, estamos alimentando essa metáfora, existe aí um senso de ódio vindo e indo.
Então devo me abrir ao ódio? Nós geralmente só queremos chegar direto ao amor. Ótimo chegue ao amor, este é o refúgio. E do refúgio você pode se abrir para o que quer que esteja aqui.
E se houver ódio, ou se houver energia turva e sombria, você pode muito simplesmente apesar de parecer extremamente desafiador, e simplesmente se abrir também.
É uma grande descoberta. A única coisa que impede essa abertura é a discussão continua. Discussão interna. Como o que vai acontecer? Qual será o resultado? Sim, porém... Sim, mas porque isso ainda está aqui? etc...
Apenas reconheça essa discussão. Reconheça a complicação dessa discussão. E você está aberto!
E você verá que é confiável! Abrir-se é confiável!
Não quer dizer que eu anda pelo centro da cidade, " me abrindo" para o que quer que seja turvo e sombrio. Eu não aconselho! rs Mas existe uma inteligência que é liberta do corpo, eu não preciso fazer isso! Eu fazia isso..pois estava tentando escapar, fugir disso, e pensava que se pudesse fazer muitos amigos, fazer aliados o suficiente, fazer as pessoas me amarem, isso limparia essa energia dentro de mim. Eu seria resgatada, seria salva. Jesus me salvaria, ou um mestre me salvaria.
Mas meu professor me disse: "Pare de procurar!"
E eu entendi que isso queria dizer: "Pare de fugir, pare de correr em busca de algo." Pare de se esconder! E isso é sério, isso é grandioso, não é uma brincadeira de criança. Isso é adulto é sóbrio, é impiedoso, é rigoroso. E é simples!
Nem consigo explicar o resultado disso.
A auto confiança... não tenho nenhuma confiança na minha personalidade, nem na minha habilidade de dizer o que não pode ser dito. Mas confio total e absolutamente na verdade de quem EU SOU.
E isso está disponível para vocês.
Porque é o mesmo EU SOU. Quaisquer que sejam as distorções da sua personalidade, ou disfunções física-mental-emocional da sua vida, o terreno é a mesma consciência, radiante em si mesma.(...)
O sábio, Ramana Maharshi diz: O último obstáculo é a auto-dúvida.
Mas descobri que é verdade, porque a auto-dúvida nos mantém nessa conversa interna de "Sim, mas...Bem, talvez..." mas na verdade nos fazemos isso porque não confiamos em nós mesmos.
Nos odiamos. Queremos fugir de nós mesmos.
E se nos abrimos para o que está aqui e agora....não há nenhum espaço para dúvida!
fonte  http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blogs/sobre-o-auto-odio-gangaji-em-satsang

A Pedagogia Espírita e as crianças índigos . Respeitem as difernças.


Dora Incontri
Alessandro Cesar Bigheto

“Devendo fundar a era do progresso moral, a nova geração distinguese por uma inteligência e uma razão geralmente precoces, aliadas ao sentimento inato do bem e das crenças espiritualistas, o que constitui o sinal indubitável de um certo grau de adiantamento anterior.”
                                                                                             Allan Kardec

Cabe à Associação Brasileira de Pedagogia Espírita se manifestar  oficialmente a respeito do tema crianças índigo, já que se trata de um assunto eminentemente pedagógico. É lamentável que dentro da tradição pedagógica espírita que temos no Brasil, desde Eurípedes Barsanulfo, passando por Anália Franco, Ney Lobo, Herculano Pires e hoje, alcançando foros de movimento nacional, com cidadania acadêmica, apareça em nosso meio um modismo pedagogicamente perigoso como esse das crianças índigo.
Algumas questões são muito graves do ponto de vista pedagógico: em primeiro lugar, é a concepção elitista, eugenista, de classificar os seres humanos, que fere o princípio da igualdade entre todos. Filhos geneticamente
modificados seriam superiores (fisicamente) aos pais e em toda a literatura índigo, a interferência educacional da família parece um estorvo na vida das realezas índigo!
Segundo ponto que nos parece particularmente problemático é justamente a recomendação de uma certa renúncia à função educativa dos pais e responsáveis, já que as crianças índigo já vêm prontas. Aliás, na teoria
original, são anjos extra-terrestres! Ora, sabemos que todos os Espíritos que reencarnam na terra, mesmos o mais evoluídos (que não é o caso desse modelo apresentado por Lee Carrol e Jan Tober e, mais particularmente
por Nancy Ann Tappe, de crianças que matam,  que roubam e com tendências viciosas), precisam de um processo educativo.
É claro, que a educação deve ser amorosa, respeitosa da personalidade reencarnante – mas isso vale para toda e qualquer criança, aliás, para todo e qualquer ser humano.
No livro Educando Crianças Índigo, entre outras heresias pedagógicas, que fariam Comenius e Pestalozzi perderem as estribeiras, o autor Egidio Vecchio diz que a criança índigo: “Necessita da parceria de pais e professores que se adaptem à sua condição atípica, em lugar de, como acontece freqüentemente, pretender adaptá-la a uma educação voltada aos que não possuem os  mesmos recursos de que os índigo dispõem.” Ou seja, elas são tão diferentes, que todos precisam se adaptar a elas e só elas merecem ou devem ter uma educação nova e diferente.
Desde o século de Comenius, os grandes educadores vêm lutando para promover uma reforma completa no modo de educar, que atinja a
todos os seres humanos indistintamente e não alguns privilegiados, que supostamente sejam melhores que os outros.
Já se imaginou o tamanho da vaidade, da prepotência e do orgulho que esse absurdo educacional vai provocar nessas mentes que estão chegando? Dizer a uma criança que é preciso aceitar “que é um ser diferente dos outros” cria de imediato um abismo nas relações humanas e um soberano desprezo pelo resto da humanidade.
A proposta pode criar monstrinhos que se julguem acima do bem e do mal e que não tenham a mínima noção de convivência igualitária com o próximo.
E pensar que estamos desenvolvendo seriamente uma proposta baseada em Comenius, Rousseau, Pestalozzi, Kardec, com inspiração nos grandes educadores espíritas brasileiros, e dentro do próprio movimento, ignorando
ostensivamente o esforço de se firmar uma Pedagogia Espírita consistente e atual, escapa-se por esse delírio pedagógico que, se aplicado, tenderá a deformar as personalidades do futuro!

Diretrizes da Pedagogia Espírita:

•Todas as crianças são iguais e todas são deferentes, cada qual trazendo sua bagagem milenar. Não podem ser classificadas em categorias. Cada criança é única.
• As crianças que estão chegando podem ser mais adiantadas que as gerações passadas, mas isso faz parte do processo natural de evolução do ser humano. Esse adiantamento pode ser setorial: em alguns campos específicos, mas não se tratam de espíritos puros, que já realizaram suas potencialidades.
Espíritos inteligentes podem ter graves desajustes emocionais, que precisam ser cuidados.
•Todos os seres humanos precisam de educação. Educação com liberdade, amor, respeito, atividade. Mas ninguém pode se desenvolver na terra sem um processo pedagógico.
• Existe a urgência de uma nova educação, que atenda aos anseios dos espíritos que estão voltando, mais sedentos de aprendizagem, mais questionadores. A Educação tradicional não serve mais no século XXI. Mas esta revolução pedagógica é para todos.
• Toda teoria pedagógica tem de ter respaldo científico, coerência filosófica e parâmetros altamente morais. Lidar com a mente infantil é grave responsabilidade.
• Intuições, revelações e orientações do mundo espiritual para a prática pedagógica devem ser sempre analisadas com muito critério e espírito crítico e os vivos da terra é que têm a responsabilidade de constituir novas propostas pedagógicas.
• A Pedagogia Espírita coloca ênfase no aspecto moral da educação, pois trata-se do maior déficit da humanidade. Precisamos desenvolver as potencialidades divinas do ser humano (de todos os seres humanos).
• A Pedagogia Espírita é necessariamente inclusiva, dirigindo-se a todas as pessoas, de todas as idades, de todas as condições, porque enxerga sempre em todas as criaturas a alma imortal, herdeira da divindade.

Colaboração: Claudia Werdine
                        claudiawerdine@hotmail.com
fonte  http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blogs/a-pedagogia-espirita-e-as-crian-as-indigos