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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Rio da vida...
Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito,
que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia
um pântano imundo, por onde deveria passar.
Olhou, então, para Deus e protestou:
- Senhor, que castigo!
Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor me obriga
a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?
Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano.
Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso,
dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas
com as do pântano, o que o tornará igual a ele.
Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão,
suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará
em gotas que formarão nuvens, e o vento levará
essas nuvens em direção ao oceano.
Aí você se transformará em mar.
Assim é a vida.
As pessoas engatinham nas mudanças.
Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas
e perdem a fluidez e a força.
É preciso entrar pra valer nos projetos da vida,
até que o rio se transforme em mar.
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento,
também acabará evitando o prazer que a vida oferece.
Há milhares de tesouros guardados em lugares
onde precisamos ir para descobri-los.
Não procure o sofrimento.
Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.
Só assim nos tornamos Almas Perfumadas com essência Divina.
terça-feira, 19 de julho de 2011
O frasco de maionese e café.

Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia
não são suficientes...Lembre-se do frasco
de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes:
como RELIGIÃO, FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas
que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,
as pequenas coisas.
'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.
O mesmo acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Uma lição
Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares.
Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:
- Quem quer esta nota de 20 dólares?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse:
- Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto!
Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
- Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
- Bom – ele disse – e se eu fizer isto?
E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.
- Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela ainda valerá 20 dólares.
Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais….
VOCÊ é especial. Muito especial…. Jamais se esqueça disso!
Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:
- Quem quer esta nota de 20 dólares?”
Mãos começaram a se erguer. Ele disse:
- Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto!
Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:
- Quem ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
- Bom – ele disse – e se eu fizer isto?
E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la. Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:
- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.
- Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela ainda valerá 20 dólares.
Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor ante o Universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia. O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS! Somos especiais….
VOCÊ é especial. Muito especial…. Jamais se esqueça disso!
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
ATO DE CARREGAR? OU SER CARREGADO?(CONTO BUDISTA)

Um velho monge e um jovem monge estavam andando por uma estrada quando chegaram a um rio que corria veloz. O rio não era nem muito largo nem muito fundo, e os dois estavam prestes a atravessá-lo quando uma bela jovem, que esperava na margem, aproximou-se deles. A moça estava vestida com muita elegância, abanava o leque e piscava muito, sorrindo com olhos muito grandes.
-- Oh – ela disse --, a correnteza é tão forte, a água é tão fria, e a seda do meu quimono vai se estragar se eu o molhar. Será que vocês podem me carregar até o outro lado do rio?
E ela se insinuou sedutora para o lado do monge mais jovem.
O jovem monge não gostou do comportamento daquela moça mimada e despudorada. Achou que ela merecia uma lição. Além do mais, monges não devem se envolver com mulheres. Então, ele a ignorou e atravessou o rio. Mas o monge mais velho deu de ombros, ergueu a moça e a carregou nas costas até o outro lado do rio. Depois os dois monges continuaram pela estrada.
Embora andassem em silêncio, o monge mais novo estava furioso. Achava que o companheiro tinha cometido um erro ao ceder aos caprichos daquela moça mimada. E, pior ainda, ao tocá-la tinha desobedecido às regras dos monges. O jovem reclamava e vociferava mentalmente, enquanto eles caminhavam subindo montanhas e atravessando campos. Finalmente, ele não agüentou. Aos gritos, começou a repreender o companheiro por ter atravessado o rio carregando a moça. Estava fora de si, com o rosto vermelho de tanta raiva.
-- Ora, ora --, disse o velho monge. -- Você ainda está carregando aquela mulher? Eu já a pus no chão há uma hora.
E, dando de ombros, continuou a caminhar.
Este conto, intitulado Trabalho Inútil, faz parte do lindo livro de coletânea Contos Budistas, recontados por Sherab Chödzin e Alexandra Kohn
segunda-feira, 11 de julho de 2011
"A harpa afinada e o bom-senso na vida"

"A harpa afinada e o bom-senso na vida"
(Sutra Mahaparinirvana)
Era uma vez um jovem chamado Srona, de delicada saúde, e que nascera em uma rica família. Como, seriamente ansiasse obter a iluminação, tornou-se um discípulo do Buda. Com este propósito, dedicou-se e se esforçou tanto que seus pés chegaram a sangrar.
O Buda dele se compadeceu e lhe disse : "Srona, meu jovem, você já estudou harpa ? Pois então deve saber que a harpa não produz música se suas cordas estiverem muito esticadas ou então frouxas demais. Ela produzirá música somente quando as cordas estiverem corretamente estiradas."
E o Buda continuou : "O treinamento para a iluminação é exatamente como o ajuste das cordas da harpa. Você não pode alcançar a iluminação se deixar as cordas de sua mente estiradas ou frouxas demais. Deve estar sempre atento e agir sabiamente."
Tirando grande proveito destas palavras, Srona alcançou aquilo que procurava.
domingo, 10 de julho de 2011
Regressão ou prisão emocional!
Gostaria de partilhar uma pequena experiencia com uma amiga chamada Pórtia.Perguntei-lhe, porque é que tantas pessoas procuravam resolver as suas vidas procurando as anteriores e ficavam piores, mais desorientadas e perdidas.
Ela esplicou-me com uma representação do meu passado:
Hugo, quando eras empregado de mesa, tinhas equilíbrio e levavas varias chávenas de chá numa bandeja e quando embarcaste, partias várias, mesmo sendo em menor quantidade na bandeja. Que fazias quando partia-se as chávenas?
Limpava e procurava novas chávenas.
Exacto e isso é o carma e as oportunidades, se tentares colar a chávena, perdes muito tempo e além disso não terá funcionalidade, mas se olhares para a frente tens chávenas idênticas a tua espera!
Com o tempo adaptaste-te às flutuações do barco e conseguiste transportar mais chávenas.
A vida e seus obstáculos são como as diferenças entre terra firme e o mar, o equilíbrio para caminhares nos dois terrenos é a capacidade de te adaptares e aprender, as chávenas são as experiencias e oportunidades que se encontram no teu caminho.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Asas para voar !...

Existe uma história de simplicidade linda, que gostaria de contar.
Uma lenda, um acalento dito antes do sonho tocar os olhos de qualquer pessoa.
Não sei se é verdade...e não importo-me com isso.
Não precisa ser.
Muito tempo atrás...depois do mundo ser criado e da vida completá-lo.
Houve num dia, numa tarde de céu azul e calor ameno.
Um encontro entre Deus e um de seus incontáveis anjos.
Acredita?
Deus estava sentado, calado. Sob a sombra de um pé de jabuticaba.
Lentamente sem pecado, Deus erguia suas mãos então colhia uma ou outra fruta.
Saboreava sua criação negra e adocicada.
Fechava os olhos e pensava.
Permitia-se um sorriso piedoso.
Mantinha seu olhar complacente.
Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direção.
Já ouviu a voz de um anjo?
É como o canto de mil baleias.
É como o pranto de todas as crianças do mundo.
É como o sussurro da brisa.
Ele tinha asas lindas....brancas, imaculadas.
Ajoelhou-se aos pés de Deus e falou.
"Senhor...visitei sua criação como pediu.
Fui a todos os cantos.
Estive no sul, no norte.
No leste e oeste.
Vi e fiz parte de todas as coisas.
Observei cada uma de suas crianças humanas.
E por ter visto vim até o Senhor....para tentar entender.
Por que? Por que cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas um asa?
Nós anjos temos duas...podemos ir até o amor que o Senhor representa sempre que desejarmos.
Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos.
Mas os humanos com sua única asa não podem voar.
Não podem voar com apenas uma asa..."
Deus na brandura dos gestos, respondeu pacientemente ao seu anjo.
"Sim...eu sei disso. Sei que fiz os humanos com apenas uma asa..."
Intrigado, com a consciência absoluta de seu Senhor o anjo queria entender e perguntou.
"Mas por que o Senhor deu aos homens apenas uma asa quando são necessárias
duas asas para poder-se voar....para poder-se ser livre?"
Conhecedor que era de todas as respostas Deus não teve pressa para falar.
Comeu outra jabuticaba, obscura e suave.
Então respondeu...
"Eles podem voar sim meu anjo.
Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais
e melhor que Eu ou vocês meus arcanjos....
Para voar, meu amigo, você precisa de suas duas asas...
Embora livre, sempre estará sozinho.
Talvez da mesma maneira que Eu....
Mas os humanos....os humanos com sua única asa precisarão sempre dar as mãos
para alguém a fim de terem suas duas asas. Cada um deles tem na verdade um par
de asas....uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par.
Assim eles aprenderão a respeitarem-se pois ao quebrar a única asa de outra pessoa podem
star acabando com as suas próprias chances de voar.
Assim meu anjo, eles aprenderão a amar verdadeiramente outra pessoa...
aprenderam que somente permitindo-se amar eles poderão voar.
Tocando a mão de outra pessoa em um abraço correto e afetuoso eles poderão encontrar a asa
que lhes falta...e poderão finalmente voar.
Somente através do amor irão chegar até onde estou...
assim como você meu anjo.
E eles nunca....nunca estarão sozinhos quando forem voar."
Deus silenciou em seu sorriso.
O anjo compreendeu o que não precisava ser dito.
E assim sendo, no fim desse conto,
espero que um dia você encontre a sua outra asa.
Para finalmente poder voar.
(by: Moacir Novaes )
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Maneiras de amar (Osho)
O rio passa ao lado de uma árvore, cumprimenta-a, alimenta-a, dá-lhe água… e vai em frente, dançando. Ele não se prende à árvore.
A árvore deixa cair suas flores sobre o rio em profunda gratidão, e o rio segue em frente.
O vento chega, dança ao redor da árvore e segue em frente. E a árvore empresta o seu perfume ao vento…
Se a humanidade crescesse, amadurecesse, essa seria a maneira de amar.
sábado, 21 de maio de 2011
* * O valor da gratidão

- Amir e Farid eram dois mercadores árabes muito amigos. Sempre viajavam juntos, cada qual com seus camelos, mercadorias, escravos e empregados. Numa das viagens em que o calor se apresentava abrasador, pararam às margens de um grande rio. Farid resolveu tomar um banho e para isso mergulhou nas águas caudalosas. Fosse porque se distraísse ou porque não se apercebesse, acabou sendo arrastado pela correnteza do rio. Amir, pressentindo o risco que corria o amigo, atirou-se no rio e o salvou, embora com esforço.
Muito agradecido, Farid chamou um dos seus escravos e lhe ordenou que escrevesse numa pedra próxima, em letras grandes e profundas: “aqui, com risco de perder sua própria vida, Amir salvou o seu amigo Farid.”
A viagem prosseguiu. Os negócios se realizaram e no retorno, pararam no mesmo local para um descanso rápido. Começando a conversar, iniciaram uma discussão por divergência de opiniões. Com os ânimos acirrados, Amir esbofeteou Farid.
Então Farid se aproximou da margem do rio, escolheu uma pequena vara e escreveu na areia: “aqui, por motivos tolos, Amir esbofeteou Farid.”
O escravo que escrevera na rocha a frase anterior, ficou intrigado e perguntou: “senhor, quando fostes salvo, mandastes gravar o feito numa pedra. Agora escreveis na areia a ofensa recebida. Por que agis assim?”
Farid largou a vara , olhou o escravo e respondeu: “os atos de bondade, de amor e de abnegação devem ser gravados na rocha para que todos os que tiverem oportunidade de tomar conhecimento deles, procurem imitá-los. Porém, quando recebermos uma ofensa, devemos escrevê-la na areia, bem perto das águas, para que seja por elas levada. Assim procedendo, ninguém tomará conhecimento dela. E, acima de tudo, para que qualquer mágoa desapareça de pronto do nosso coração.”
Sábia ponderação de Farid. Agíssemos todos desta forma e menos ódio e malquerenças haveriam sobre a terra. A gratidão seria a nota constante nos relacionamentos humanos e ninguém esqueceria o bem recebido. Igualmente, os gestos de bondade se espalhariam, pois seriam causa de imitação por muitos.
Em contrapartida, menos doenças e indisposições seriam geradas pelos homens, pois não alimentando mágoa, nem rancores, viveriam mais serenamente, o que equivale a menos propensão a enfermidades. A mágoa é sempre geratriz de infortúnios para si e de infelicidade para os outros.
***
Você sabia que foi por ser o mais sábio terapeuta que Jesus recomendou que pagássemos o mal com o bem e perdoassemos aos inimigos?
Isto porque o bem felicita sempre aquele que o pratica.
Autor Desconhecido.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
CAMINHOS DA VIDA - LINDA MENSAGEM
Em nossa caminhada pela vida, muitas vezes chegamos a uma encruzilhada, uma bifurcação.E, aí então, paramos indecisos, temerosos, sem saber qual rumo seguir...
Não podemos deixar que o acaso decida e nos indique o caminho certo.
Devemos sim, ponderar usar nossa intenção, nossa compreensão e nosso livre arbítrio, para seguir aquele que entendermos, seja de segurança e aprimoramento de nosso aprendizado de vida!
Se o sol estiver brilhando, dourando os trigais, que margueiam a estrada, use seu protetor solar, e, caminhe a passos firmes...é seu caminho!
Se a chuva estiver caindo, regando os campos, os trigais, o jardim que margeiam a estrada, abra o guarda-chuva e, caminhe a passos mais lentos para não escorregar, e siga adiante.
Este é seu caminho!
Tire sempre bom proveito dos momentos que se apresentarem, sejam eles favoráveis ou não, pois cada um trará uma lição.
Uma lição de Vida, de Coragem,de Peserverança, e de Aprendizado.
Estamos caminhando nesta Estrada que se chama Intervalo...
Sim, intervalo entre a chegada e a partida, portanto, não deixe que seus passos perca a cadência de um bom caminhar.
Se tropeçar, acerte novamente o compasso.
Se cair, erga-se corajosamente, tire a poeira, levante o olhar, eleve os pensamentos e recomece a caminhada!
Procure semear boas sementes às margens de seus caminhos, para que desabrochem lindas flores.
Deixe nítidas suas pegadas na trilha do bem, pois outros o seguirão...
Cante, assobie, sorria... os pássaros cantarão juntos.
Seja amoroso para com a Natureza, ela retribuirá com abundância.
Abra seus braços em abraços fraternos, e, sentirá o abraço de Jesus!
Faça de sua Caminhada pela Vida, a melhor das Caminhadas!!!
Paz e Luz em seu coração!
(Thais S.Francisco)
sexta-feira, 15 de abril de 2011
"SE DESEJAS SABER QUEM ÉS, OBSERVA O QUE PENSAS QUANDO ESTÁS SEM NINGUÉM" MENSAGEM DO LIVRO "JUSTIÇA DIVINA" - EMANUEL, FRANCISCO CANDIDO XAVIER
Emmanuel
Francisco Cândido Xavier
Francisco Cândido Xavier
Muitas vezes perguntas, na Terra, para onde seguirás, quando a morte venha a surgir... Anseias, decerto, a ilha do repouso ou o lar da união com aqueles que mais amas... Sonhas o acesso à felicidade, à maneira da criança que suspira pelo colo materno... Isso, porém, é fácil de conhecer. Toda pessoa humana é aprendiz na escola da evolução, sob o uniforme da carne, constrangida ao cumprimento de certas obrigações; Nos compromissos no plano familiar; Nas responsabilidades da vida pública; No campo dos negócios materiais; Na luta pelo próprio sustento... O dever, no entanto, é impositivo da educação que nos obriga a parecer o que ainda não somos, para sermos, em liberdade, aquilo que realmente devemos ser. Não olvides, assim, enobrecer e iluminar o tempo que te pertence.
Não nos propomos nivelar homens e animais; contudo, numa comparação reconhecidamente incompleta, imaginemos seres outros da natureza trazidos ao regime do espírito encarnado na esfera física. O cavalo atrelado ao carro, quando entregue ao descanso, corre à pastagem, onde se refocila na satisfação dos próprios impulsos. A serpente, presa para cooperar na fabricação de soro antiofídico, se for libertada, desliza para a toca, onde reconstituirá o próprio veneno. O corvo, detido para observações, quando solto, volve à imundície. A abelha, retida em observação de apicultura, ao desembaraçar-se, torna, incontinenti, à colméia e ao trabalho. A andorinha engaiolada para estudo, tão logo se veja fora da grade, voa no rumo da primavera.
Se desejas saber quem és, observa o que pensas, quando estás sem ninguém; e se queres conhecer o lugar que te espera, depois da morte, examina o que fazes contigo mesmo nas horas livres.
(Do livro "Justiça Divina", pelo Espírito Emmanuel, Francisco Cândido Xavier)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
LINDA FÁBULA - O PODER DE UMA AMIZADE , PARA MUNDO CUJOS VALORES ESTÃO INVERTIDOS.
O HOMEM, O CAVALO E O CÃO

Um homem, seu cavalo e seu cão, haviam morrido em um acidente e, depois do choque inicial resolveram ir até algum lugar.Quando se deram conta, já caminhavam há um bom tempo por uma estrada deserta. A caminhada era muito longa, sempre morro acima. O sol estava forte e eles acabaram ficando exaustos, desidratados e com muita sede.
Nada parecia fazer sentido, sabiam já não estar vivos, mas mesmo assim precisavam desesperadamente de água. Após algum tempo, ao contornar uma curva do caminho,avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro. No centro havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. Juntaram suas últimas forças e correram para o esplêndido local.
-Bom dia, ele disse.
-Bom dia, respondeu o homem.
-Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou.
-Ora! Que pergunta! Isto aqui é o céu, foi a resposta...
-Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
-O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
-Mas, meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
-Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais. E antecipando seus pensamentos, completou: Muito menos retirar qualquer coisa e levar para fora. Deixe-os por aí que o instinto os guiará.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande, mas ele não se satisfaria sozinho, deixando seus animais sofrendo com sede. Eles tinham sido bons servidores e o homem os considerava mesmo como amigos, seja por conta do reconhecimento desta relação de serviços bem prestados, seja por naquele momento estarem com ele. Assim, resolveu prosseguir seu caminho, estranhando as condições do paraíso.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. O panorama era majestoso, porém simples e calmo. À sombra de uma das belas árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu de palha e, parecia que estava dormindo:
-Bom dia, disse o homem deitado.
-Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
-Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber à vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro não esperaram mais nada. Foram até a fonte e mataram a sede. Na volta, passaram pelo fazendeiro e agradeceram:
-Muito obrigado, ele disse ao sair.
-Oh! Já vão? Nem passaram pelo pomar. Voltem quando quiserem , respondeu o homem.
-A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
-Aqui é o Céu, foi a resposta.
-O Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o Céu!
-Oh, não! Aquilo não é o Céu, aquilo é o Inferno. Depois do portão dourado há um abismo eterno...
O caminhante ficou perplexo, mas parou para pensar e disse:
-Mas, então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
-Absolutamente, respondeu o homem, agora resplandecendo uma luminosidade ímpar.Na verdade, eles nos fazem um favor.
- Como assim?
-É porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos.
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